Cid: ‘Maia é uma presa do grupo do futuro Eduardo Cunha brasileiro’

Para o senador Cid Gomes (PDT-CE), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se transformou numa "presa" de um grupo de líderes liderado por aquele que, "podem escrever o que estou dizendo, é o projeto do futuro Eduardo Cunha brasileiro". "Eduardo Cunha original está preso, mas está solto o líder do PP que se chama Arthur Lira", disse

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247 - O senador Cid Gomes (PDT-CE), irmão do ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE), criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao dizer que o parlamentar se transformou numa "presa" de um grupo comandado por uma "achacador". O pedetista fez referência ao líder do PP na Casa, Arthur Lima (AL). A discussão foi sobre a divisão de recursos entre Estados e municípios.

"O presidente da Câmara está se transformando numa presa de um grupo de líderes liderado por aquele que, podem escrever o que estou dizendo, é o projeto do futuro Eduardo Cunha brasileiro. Eduardo Cunha original está preso, mas está solto o líder do PP que se chama Arthur Lira, que é um achacador, uma pessoa que no seu dia a dia a sua prática é toda voltada para a chantagem, para a criação de dificuldades para encontrar propostas de solução", afirmou Cid. 

"Setores da Câmara, que têm à frente o deputado Arthur Lira, já precificaram o achaque. O achaque custa 5% dos valores dos royalties. Eles estão querendo tirar 2,5% dos municípios, 2,5% dos Estados, e dar para o quarto ente federativo brasileiro: tem a União, os Estados, os municípios, e agora essa bancada de achacadores da Câmara dos Deputados", acrescentou.

No plenário da Câmara, Maia defendeu o colega. "Está havendo um problema grave, que é o seguinte: o sucesso da Câmara está incomodando muita gente", afirmou o presidente da Câmara. "Nem governador nem senador vai ameaçar a Câmara dos Deputados, como eu fui ameaçado no sábado à noite", disse.

O líder do PP afirmou que vai processar o pedetista judicialmente e defendeu a prerrogativa dos deputados para alterar os critérios definidos no Senado. "O senador apequena seu nome e do seu Estado, ocupa a tribuna do Senado levianamente com dor de cotovelo porque a maneira que ele pensou talvez não tenha sido acordada", afirmou Lira.

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