Comissão do impeachment deve discutir processo até 4 da manhã

Depois de quase uma hora de discussões regimentais, os deputados iniciaram nesta tarde a discussão de mérito do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade do pedido de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; cada parlamentar tem direito a 15 minutos para defender sua posição, contra ou a favor do impeachment; presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), concordou com o adiamento do prazo final da discussão: a sessão irá até as 4 horas da manhã deste sábado, 9, se necessário

Depois de quase uma hora de discussões regimentais, os deputados iniciaram nesta tarde a discussão de mérito do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade do pedido de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; cada parlamentar tem direito a 15 minutos para defender sua posição, contra ou a favor do impeachment; presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), concordou com o adiamento do prazo final da discussão: a sessão irá até as 4 horas da manhã deste sábado, 9, se necessário
Depois de quase uma hora de discussões regimentais, os deputados iniciaram nesta tarde a discussão de mérito do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade do pedido de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff; cada parlamentar tem direito a 15 minutos para defender sua posição, contra ou a favor do impeachment; presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), concordou com o adiamento do prazo final da discussão: a sessão irá até as 4 horas da manhã deste sábado, 9, se necessário (Foto: Aquiles Lins)

Das Agências Câmara e Brasil - Depois de quase uma hora de discussões regimentais, os deputados iniciaram a discussão de mérito do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela admissibilidade do pedido de abertura de processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff .

Por conta do alongamento deste processo inicial, o presidente da comissão especial, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), concordou com o adiamento do prazo final da discussão: a sessão irá até as 4 horas da manhã deste sábado (9), se necessário.

O relatório recomenda a abertura de processo contra a presidente Dilma por crime de responsabilidade pela abertura de créditos suplementares por decreto presidencial, sem autorização do Congresso Nacional; e por adiar repasses para o custeio do Plano Safra, obrigando o Banco do Brasil a pagar benefícios sociais com recursos próprios - o que ficou conhecido como "pedalada fiscal".

Cada parlamentar tem direito a 15 minutos para defender sua posição, contra ou a favor do impeachment. O primeiro a falar foi Evair de Melo (PV-ES), que defendeu a aprovação do relatório. A seguir, falou o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), contra o parecer de Jovair Arantes. Depois, o deputado Rogério Marinho (PSD-RN), defendeu a aprovação do relatório. Neste momento, é a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), quem fala contra o impeachment.

Ate o momento, não foi divulgado o número de inscritos psara discutir a matéria, mas há um acordo para que a reunião da comissão termine às 3h da madrugada de sábado, com a aprovação de um requer de encerramento das discussões. No entanto, como o acordo entre os líderes e a presidência da Câmara previa o início dos debates para as 15h de hoje e só foram iniciados às 16h20, muitos deputados defendem que os trabalhos se estendam até as 4h20. O presidente da comissão, Rogério Rosso, na abertura dos trabalhos, convidou a Advocacia-Geral da União (AGU) para acompanhar a sessão e anunciou que ao final dos debates concederá ao representante da presidenta 15 minutos para falar sobre o relatório.

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