Cotado para Justiça, Velloso é a favor de sigilo nas delações

Despontando como favorito para assumir o ministério da Justiça, o ex-ministro do STF Carlos Velloso diz não ver excessos na operação Lava Jato; Velloso diz ser contrário ao levantamento imediato de sigilo nas delações premiadas; para ele, o conteúdo só deve ser divulgado após denúncia ou pedido de arquivamento; “A revelação pode prejudicar investigações ou jogar na rua da amargura uma pessoa que foi mencionada sem respaldo”, afirmou. 

Despontando como favorito para assumir o ministério da Justiça, o ex-ministro do STF Carlos Velloso diz não ver excessos na operação Lava Jato; Velloso diz ser contrário ao levantamento imediato de sigilo nas delações premiadas; para ele, o conteúdo só deve ser divulgado após denúncia ou pedido de arquivamento; “A revelação pode prejudicar investigações ou jogar na rua da amargura uma pessoa que foi mencionada sem respaldo”, afirmou. 
Despontando como favorito para assumir o ministério da Justiça, o ex-ministro do STF Carlos Velloso diz não ver excessos na operação Lava Jato; Velloso diz ser contrário ao levantamento imediato de sigilo nas delações premiadas; para ele, o conteúdo só deve ser divulgado após denúncia ou pedido de arquivamento; “A revelação pode prejudicar investigações ou jogar na rua da amargura uma pessoa que foi mencionada sem respaldo”, afirmou.  (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Favorito para assumir o ministério da Justiça, o ex-ministro do STF Carlos Velloso é contrário ao levantamento imediato de sigilo nas delações premiadas. Para ele, o conteúdo só deve ser tornado público após denúncia ou pedido de arquivamento. “A revelação pode prejudicar investigações ou jogar na rua da amargura uma pessoa que foi mencionada sem respaldo”, afirmou. 

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.

A Lava Jato foi um dos principais temas da conversa entre Carlos Velloso e Michel Temer na terça. O ex-ministro do STF afirmou que a operação é  “intocável”.

"À saída, afirmou também que considera Sergio Moro 'um juiz rigoroso, porém justo'. Questionado se via abusos na operação, replicou: 'Os tribunais viram? Um caso ou outro, sim, e teve caso em que as penas foram majoradas. Quem se sente agravado tem recurso'.

O jurista disse que esteve no Jaburu “poucas vezes” e “três ou quatro” no Planalto. E que não houve convite formal. 'Eu teria disposição, mas tenho de examinar. O sujeito deixa uma vida gostosa para enfrentar problemas de magnitude.'" 

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