Cunha acerta placar da comissão do impeachment em bolão

Ao lado de aliados, como o ex-líder do PR, Maurício Quintella Lessa (AL), e Arthur Lira (PP-AL), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também demonstrou otimismo em relação a votação no plenário; Quintella não seguiu a orientação de Valdemar Costa Neto, presidente do PR, em defesa do governo e poderá ser seguido por outros 8 a 10 deputados da bancada, além dos 16 que já tinham se posicionado a favor do impeachment; Cunha garantiu que a votação do impeachment vai ser finalizada no domingo; “Vou chamar pelo nome”, ironizou; “[A decisão] será comunicada em decisão escrita, lida em plenário”

Bras�lia - Presidente da C�mara, Eduardo Cunha, fala da decis�o do ministro STF, Marco Aur�lio Mello, de obrigar a instalar comiss�o para impeachment de Michel Temer (Valter Campanato/Ag�ncia Brasil)
Bras�lia - Presidente da C�mara, Eduardo Cunha, fala da decis�o do ministro STF, Marco Aur�lio Mello, de obrigar a instalar comiss�o para impeachment de Michel Temer (Valter Campanato/Ag�ncia Brasil) (Foto: Roberta Namour)

247 – O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), venceu o bolão da casa – segundo os parlamentares sem a aposta de dinheiro – sobre o resultado da comissão do impeachment, de 38 a 27 votos.

Ao lado de aliados, como o ex-líder do PR, Maurício Quintella Lessa (AL), e Arthur Lira (PP-AL), ele demonstrou otimismo em relação a votação no plenário.

Quintella não seguiu a orientação de Valdemar Costa Neto, presidente do PR, em defesa do governo e poderá ser seguido por outros 8 a 10 deputados da bancada, além dos 16 que já tinham se posicionado a favor do impeachment.

No PP, eles também apostam que apenas 10 dos 51 da bancada se manteriam fieis, caso Ciro Nogueira libere o voto da bancada.

A votação do processo de impeachment vai ser iniciada na próxima sexta-feira (15) e finalizada no domingo (17), confirmou Cunha. O formato da votação, no entanto, ainda será decidido pelo colégio de líderes. O peemedebista adiantou, contudo, que o rito será diferente do usado no processo de cassação do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em que os deputados foram chamados para a votação em ordem alfabética. “Vou chamar pelo nome”, ironizou Cunha. “[A decisão] será comunicada em decisão escrita, lida em plenário”.

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