Cunha: procurador Janot está forçando a barra

“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, disse o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a operação de busca em seu gabinete a mando do procurador-geral da República; “ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”; Cunha também acusa Rodrigo Janot de invadir "a prerrogativa do mandato" da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), sua correligionária que assinou requerimentos suspeitos de serem usados para achacar fornecedores da Petrobras

“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, disse o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a operação de busca em seu gabinete a mando do procurador-geral da República; “ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”; Cunha também acusa Rodrigo Janot de invadir "a prerrogativa do mandato" da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), sua correligionária que assinou requerimentos suspeitos de serem usados para achacar fornecedores da Petrobras
“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, disse o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre a operação de busca em seu gabinete a mando do procurador-geral da República; “ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”; Cunha também acusa Rodrigo Janot de invadir "a prerrogativa do mandato" da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), sua correligionária que assinou requerimentos suspeitos de serem usados para achacar fornecedores da Petrobras (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em mais um episódio da rixa com o Ministério Público, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusou nesta segunda (11) o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de violar o direito dos congressistas de manter sob sigilo suas fontes de informação.

Ele acusa Rodrigo Janot de invadir "a prerrogativa do mandato" da ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), sua correligionária que assinou requerimentos suspeitos de serem usados para achacar fornecedores da Petrobras.

“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, criticou Cunha, em relação à operação de busca e apreensão em seu gabinete a mando de Janot. “Ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”.

Leia aqui reportagem de Ranier Bragon sobre o assunto.

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