Cunha recua e diz que AGU continuará a atuar nos estados

Após anunciar que romperia o convênio que dá à Advocacia Geral da União (AGU) a prerrogativa de defender a Câmara em ações na Justiça, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi obrigado pela realidade a recuar em parte de sua decisão; Cunha admitiu que a Câmara não tem como criar novas despesas com escritórios de advocacia para defendê-la em cerca de mil ações trabalhistas que correm em diversas regiões do país e por isso a AGU permanecerá como defensora; a advocacia da Câmara se encarregará da defesa da Casa em processos que correrem nos tribunais superiores

Após anunciar que romperia o convênio que dá à Advocacia Geral da União (AGU) a prerrogativa de defender a Câmara em ações na Justiça, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi obrigado pela realidade a recuar em parte de sua decisão; Cunha admitiu que a Câmara não tem como criar novas despesas com escritórios de advocacia para defendê-la em cerca de mil ações trabalhistas que correm em diversas regiões do país e por isso a AGU permanecerá como defensora; a advocacia da Câmara se encarregará da defesa da Casa em processos que correrem nos tribunais superiores
Após anunciar que romperia o convênio que dá à Advocacia Geral da União (AGU) a prerrogativa de defender a Câmara em ações na Justiça, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi obrigado pela realidade a recuar em parte de sua decisão; Cunha admitiu que a Câmara não tem como criar novas despesas com escritórios de advocacia para defendê-la em cerca de mil ações trabalhistas que correm em diversas regiões do país e por isso a AGU permanecerá como defensora; a advocacia da Câmara se encarregará da defesa da Casa em processos que correrem nos tribunais superiores (Foto: Aquiles Lins)
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Brasília 247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recuou nesta terça-feira, 11, de sua intenção de romper totalmente o convênio que dá à Advocacia Geral da União (AGU) a prerrogativa de defender a Câmara na Justiça.

Agora, Cunha diz que a AGU irá atuar em defesa da Casa apenas em processos trabalhistas nos Estados. A advocacia da Câmara se encarregará da defesa da Casa em processos que correrem nos tribunais superiores.

O parlamentar que declarou guerra ao governo da presidente Dilma Rousseff reconheceu que a Câmara não tem estrutura nem tem como criar novas despesas com escritórios de advocacia para defendê-la em cerca de mil ações trabalhistas que correm em diversas regiões do país.

A decisão ocorre depois que a AGU pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação da aprovação de contas de três ex-presidentes, votadas na semana passada pela Câmara. O pedido foi feito pela senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), que é representada na ação por um advogado-geral da União.

Além disso, Cunha ficou irritado no domingo, 9, ao não ser avisado previamente da entrada da AGU no STF para anular provas contra ele na Câmara em maio (leia mais).

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