Cunha: Se aprovada, PEC da CPMF só valerá em julho

em entrevista ao programa “Preto no Branco”, do jornalista Jorge Bastos Moreno, presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que a medida não vai ter efeito para cobrir o déficit do ano que vem "em nenhuma circunstância"; disse que acha “muito difícil” a PEC passar, mas que “boa parte” do pacote fiscal proposto pelo governo para a reequilibrar as contas públicas deve ser aprovada

em entrevista ao programa “Preto no Branco”, do jornalista Jorge Bastos Moreno, presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que a medida não vai ter efeito para cobrir o déficit do ano que vem "em nenhuma circunstância"; disse que acha “muito difícil” a PEC passar, mas que “boa parte” do pacote fiscal proposto pelo governo para a reequilibrar as contas públicas deve ser aprovada
em entrevista ao programa “Preto no Branco”, do jornalista Jorge Bastos Moreno, presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que a medida não vai ter efeito para cobrir o déficit do ano que vem "em nenhuma circunstância"; disse que acha “muito difícil” a PEC passar, mas que “boa parte” do pacote fiscal proposto pelo governo para a reequilibrar as contas públicas deve ser aprovada (Foto: Roberta Namour)
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247 - O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou em entrevista ao programa “Preto no Branco”, do jornalista Jorge Bastos Moreno, que a PEC que recria a CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira] só entrará em vigor em julho de 2016, se aprovada pelo Congresso. De acordo com o parlamentar, a proposta não será capaz de suprir o rombo do orçamento no próximo ano.

“É impossível, mesmo que ela passe, ela entrar em vigor antes de julho de 2016. Então, ela não vai ter efeito para cobrir o déficit do ano que vem em nenhuma circunstância”, declarou Cunha. Ele apontou a chamada “quarentena” – período de 90 dias – para a medida começar a valer.

Ele reafirmou que acha “muito difícil” a PEC passar, mas que “boa parte” do pacote fiscal proposto pelo governo para a reequilibrar as contas públicas deve ser aprovada. “Depende do que o governo vai mandar propriamente dito. Eu diria que, do que eu vi e foi anunciado, boa parte passará”, disse.

Sobre o movimento pelo afastamento da presidente, disse que “depende do conteúdo que você vai ter lá”. “Não é novidade o que vou dizer. Impeachment não é recurso eleitoral. Não se pode ter um processo de impeachment apenas porque nós não estamos satisfeitos com a governabilidade, com o desempenho do governo ou porque a popularidade da chefe do executivo caiu”, afirmou. 

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