Defesa de Moro pede ao STF que defina novo relator para inquérito sobre interferência de Bolsonaro na PF

Ministro Celso de Mello, que é o relator do caso, se aposenta nesta terça-feira 13. Casos que estão com o decano podem ser redistribuídos aos outros integrantes do STF ou entregues ao seu sucessor, Kassio Nunes, quando assumir

Celso de Mello reassume cadeira no STF e suspeição de Moro já pode ser votada
Celso de Mello reassume cadeira no STF e suspeição de Moro já pode ser votada (Foto: STF | Reuters)
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247 - A defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro entrou com um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo para que seja designado um novo relator para o inquérito que trata da possível interferência de Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal, conforme denunciou Moro quando pediu demissão do governo.

O atual relator é o ministro Celso de Mello, que se aposenta nesta terça-feira 13. Casos que estão atualmente com o decano podem ser redistribuídos aos outros integrantes do STF ou entregues ao seu sucessor, Kassio Nunes Marques, quando este tiver seu nome aprovado pelo Senado e assumir o cargo. 

“Desta forma, partindo da premissa objetiva decorrente da aposentadoria do Exmo. Ministro Celso de Mello, o presente Inquérito Policial não possui Relator originário a partir da data de hoje, razão pela qual, dentro do permissivo regimental e a pedido da parte interessada, neste caso, representada pelo ora peticionário, requer-se a imediata redistribuição do feito nos termos dos dispositivos regimentais acima mencionados”, argumentam os advogados de Moro.

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