Deputados de seis partidos acionam PGR contra Bolsonaro

Parlamentares de seis partidos protocolaram, nesta quarta (27), representações na Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusando-o de apologia ao crime e injúria por suas declarações durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff; os parlamentares foram pessoalmente à PGR entregar as representações; uma das representações é assinada pelos líderes do PSOL, PT, PCdoB, PDT e Rede, além do filho do jornalista assassinado pela ditadura Vladimir Herzog, Ivo Herzog; a outra é de autoria do PPS

Parlamentares de seis partidos protocolaram, nesta quarta (27), representações na Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusando-o de apologia ao crime e injúria por suas declarações durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff; os parlamentares foram pessoalmente à PGR entregar as representações; uma das representações é assinada pelos líderes do PSOL, PT, PCdoB, PDT e Rede, além do filho do jornalista assassinado pela ditadura Vladimir Herzog, Ivo Herzog; a outra é de autoria do PPS
Parlamentares de seis partidos protocolaram, nesta quarta (27), representações na Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusando-o de apologia ao crime e injúria por suas declarações durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff; os parlamentares foram pessoalmente à PGR entregar as representações; uma das representações é assinada pelos líderes do PSOL, PT, PCdoB, PDT e Rede, além do filho do jornalista assassinado pela ditadura Vladimir Herzog, Ivo Herzog; a outra é de autoria do PPS (Foto: Valter Lima)
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247 - Parlamentares de seis partidos protocolaram, nesta quarta-feira (27), representações na Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusando-o de apologia ao crime e injúria por suas declarações durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Os parlamentares foram pessoalmente à PGR entregar as representações. Foram recebidos pelo chefe de gabinete do procurador-geral da República Rodrigo Janot, Eduardo Pelella. Uma das representações é assinada pelos líderes do PSOL, PT, PCdoB, PDT e Rede, além do filho do jornalista assassinado pela ditadura Vladimir Herzog, Ivo Herzog. A outra é de autoria do PPS.

Para os parlamentares, o fato de ter citado que ele foi "o pavor" de Dilma significa que Bolsonaro fez referência direta às torturas, fazendo apologia ao crime. "Ele está admitindo que a condição de torturador existe", afirmou o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).

A PGR já abriu um procedimento interno para investigar Bolsonaro, após ter recebido mais de 20 mil manifestações de cidadãos contra o episódio. 

 

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