Dilma pede a aliados empenho na votação do ajuste

Além da tradicional reunião com o núcleo duro que inicia a semana no Planalto, a presidente Dilma Rousseff convocou para esta terça-feira 1º um encontro com os líderes de partidos da base aliada para pedir total prioridade na votação de projetos do ajuste fiscal no Congresso Nacional, já que os prazos vão se extinguindo e o Parlamento está às vésperas do recesso; ela reúne mais de 30 parlamentares no Palácio da Alvorada

Brasília - DF, 02/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante anúncio da reforma administrativa do Governo Federal. Foto: Ichiro Guerra/PR
Brasília - DF, 02/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante anúncio da reforma administrativa do Governo Federal. Foto: Ichiro Guerra/PR (Foto: Gisele Federicce)

Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil

Após retornar de Paris, onde participou da 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), a presidenta Dilma Rousseff convocou os líderes da base aliada na Câmara e no Senado para uma reunião no Palácio da Alvorada.

Mais de 30 deputados e senadores participam do encontro, que começou por volta das 11h. É a primeira reunião de Dilma com lideranças do Congresso sem a participação do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na semana passada pela Polícia Federal por atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

Desde a última quarta-feira (25), Delcídio está sendo substituído na função pelos quatro vice-líderes do governo na Casa: Hélio José (PSD-DF), Paulo Rocha (PT-PA), Wellington Fagundes (PR-MT) e Telmário Mota (PDT-RR).

Também participam da reunião o vice-presidente Michel Temer, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, e o ministro do Planejamento, Nélson Barbosa.

O governo terá um dia decisivo no Congresso, que vai se reunir às 19h para mais uma sessão destinada à apreciação de vetos presidenciais e pode votar o Projeto de Lei do Executivo (PLN 5/15) que altera a meta fiscal deste ano e permite ao governo fechar 2015 com déficit primário de até R$ 119,9 bilhões.

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