Dirceu nega a juiz regalias e uso de celular na prisão

Por meio de videoconferência, ex-ministro negou que receba qualquer tipo de regalias dentro da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena, e que tenha usado celular de dentro da prisão; acusação sobre o celular fez com que, até hoje, José Dirceu não recebesse autorização para trabalho externo, uma vez que foi condenado ao regime semiaberto; decisão caberá agora ao juiz da Vara de Execuções Penais, Bruno Ribeiro, filho de um ex-dirigente do PSDB em Brasília e braço direito do presidente do STF, Joaquim Barbosa

Por meio de videoconferência, ex-ministro negou que receba qualquer tipo de regalias dentro da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena, e que tenha usado celular de dentro da prisão; acusação sobre o celular fez com que, até hoje, José Dirceu não recebesse autorização para trabalho externo, uma vez que foi condenado ao regime semiaberto; decisão caberá agora ao juiz da Vara de Execuções Penais, Bruno Ribeiro, filho de um ex-dirigente do PSDB em Brasília e braço direito do presidente do STF, Joaquim Barbosa
Por meio de videoconferência, ex-ministro negou que receba qualquer tipo de regalias dentro da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena, e que tenha usado celular de dentro da prisão; acusação sobre o celular fez com que, até hoje, José Dirceu não recebesse autorização para trabalho externo, uma vez que foi condenado ao regime semiaberto; decisão caberá agora ao juiz da Vara de Execuções Penais, Bruno Ribeiro, filho de um ex-dirigente do PSDB em Brasília e braço direito do presidente do STF, Joaquim Barbosa (Foto: Gisele Federicce)
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Brasília 247 – O ex-ministro José Dirceu negou, em depoimento prestado nesta terça-feira 11, receber qualquer tipo de regalia dentro da Penitenciária da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena pela condenação na Ação Penal 470. Acompanhado de seu advogado, Dirceu também negou, por videoconferência, ter usado um celular de dentro do presídio para falar com o secretário da Indústria do governo da Bahia, James Correia.

A denúncia de uso do celular foi o motivo para a conferência, convocada pelo juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal. Caberá a ele, agora, decidir se Dirceu terá direito ao trabalho externo. O ex-ministro foi o único condenado a não ter resposta sobre o benefício, por conta da acusação. O caso do celular foi negado até mesmo pelo diretor da Papuda, que concluiu pela improcedência dos fatos.

"Ele não usou celular e deixou claro que não recebe qualquer tipo de regalia. Todas as conversas com visitantes, inclusive, ocorrem no parlatório", relatou o advogado de Dirceu, José Luís Oliveira Lima, ao jornal O Globo. Ele acompanhou a conferência, que durou cerca de 20 minutos, junto com o juiz (e não com seu cliente). O advogado afirmou que o juiz não fez questionamentos sobre vistas que teriam sido feitas ao réu em dias e horários diferentes de outros detentos.

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