Dirigentes da Cruz Vermelha depõem em Brasília

Os três dirigentes da organização social Cruz Vermelha que tiveram a prisão preventiva decretada na Operação Genebra deixaram o Rio de Janeiro para depor em Brasília. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), responsável pela investigação em conjunto com a Polícia Civil, a Cruz Vermelha foi contratada de forma ilegal, com dispensa de licitação; os dirigentes Douglas Oliveira, Richard Strauss Cordeiro Junior e Tatty Anna Kroker chegaram de avião à cidade; eles responderão pelos crimes de dispensa de licitação, uso de documento público falso, peculato, e lavagem de dinheiro

Os três dirigentes da organização social Cruz Vermelha que tiveram a prisão preventiva decretada na Operação Genebra deixaram o Rio de Janeiro para depor em Brasília. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), responsável pela investigação em conjunto com a Polícia Civil, a Cruz Vermelha foi contratada de forma ilegal, com dispensa de licitação; os dirigentes Douglas Oliveira, Richard Strauss Cordeiro Junior e Tatty Anna Kroker chegaram de avião à cidade; eles responderão pelos crimes de dispensa de licitação, uso de documento público falso, peculato, e lavagem de dinheiro
Os três dirigentes da organização social Cruz Vermelha que tiveram a prisão preventiva decretada na Operação Genebra deixaram o Rio de Janeiro para depor em Brasília. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), responsável pela investigação em conjunto com a Polícia Civil, a Cruz Vermelha foi contratada de forma ilegal, com dispensa de licitação; os dirigentes Douglas Oliveira, Richard Strauss Cordeiro Junior e Tatty Anna Kroker chegaram de avião à cidade; eles responderão pelos crimes de dispensa de licitação, uso de documento público falso, peculato, e lavagem de dinheiro (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247- Os três dirigentes da organização social Cruz Vermelha que tiveram a prisão preventiva decretada na Operação Genebra deixaram o Rio de Janeiro para depor em Brasília. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), responsável pela investigação em conjunto com a Polícia Civil, a Cruz Vermelha foi contratada de forma ilegal, com dispensa de licitação. Os contratos investigados foram firmados em agosto de 2009. O dinheiro que teria sido desviado chega a quase R$ 3,5 milhões.

Os dirigentes Douglas Oliveira, Richard Strauss Cordeiro Junior e Tatty Anna Kroker chegaram de avião à cidade no começo da tarde desta terça-feira. Eles responderão pelos crimes de dispensa de licitação, uso de documento público falso, peculato, e lavagem de dinheiro.

O MP argumentou que a qualificação da Cruz Vermelha como organização social (OS) para funcionar no Distrito Federal não respeitar todos os requisitos necessários, como "meios de aferir a saúde financeira" da entidade.

Doram cumpridos nove mandados de condução coercitiva no Distrito Federal. Foram levados para depor na Decap o ex-secretário de Saúde Joaquim Barros Neto; o adjunto da pasta na época da gestão dele, Fernando Antunes; e quatro ex-integrantes do Conselho de Saúde do DF.

 

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