Em depoimento à PF, filho de ministro do TCU nega irregularidades

Advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, negou em depoimento à Polícia Federal que tenha praticado algum crime pelos quais é investigado na Operação Abate 2, 45ª fase da Lava Jato;  Além de serem levados para depor, Tiago e seu ex- sócio Sergio Tourinho Dantas tiveram R$ 6 milhões em contas de investimentos boqueados por determinação do juiz federal Sérgio Moro; valores bloqueados  correspondem ao que teria sido pago a título de comissão pela empresa americana Sargeant, após a companhia firmar um contrato com a Petrobras

Advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, negou em depoimento à Polícia Federal que tenha praticado algum crime pelos quais é investigado na Operação Abate 2, 45ª fase da Lava Jato;  Além de serem levados para depor, Tiago e seu ex- sócio Sergio Tourinho Dantas tiveram R$ 6 milhões em contas de investimentos boqueados por determinação do juiz federal Sérgio Moro; valores bloqueados  correspondem ao que teria sido pago a título de comissão pela empresa americana Sargeant, após a companhia firmar um contrato com a Petrobras
Advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, negou em depoimento à Polícia Federal que tenha praticado algum crime pelos quais é investigado na Operação Abate 2, 45ª fase da Lava Jato;  Além de serem levados para depor, Tiago e seu ex- sócio Sergio Tourinho Dantas tiveram R$ 6 milhões em contas de investimentos boqueados por determinação do juiz federal Sérgio Moro; valores bloqueados  correspondem ao que teria sido pago a título de comissão pela empresa americana Sargeant, após a companhia firmar um contrato com a Petrobras (Foto: Paulo Emílio)

247 - O advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, negou em depoimento à Polícia Federal que tenha praticado algum crime pelos quais é investigado na Operação Abate 2, 45ª fase da Lava Jato. Além do depoimento, Tiago e seu ex- sócio Sergio Tourinho Dantas tiveram R$ 6 milhões em contas de investimentos boqueados por determinação do juiz federal Sérgio Moro. Moro também expediu mandados de busca e apreensão nas residências deles, nas cidades de Brasília e Salvador, respectivamente.
Os valores bloqueados por decisão de Moro correspondem ao que teria sido pago a título de comissão pela empresa americana Sargeant, após a companhia firmar um contrato com a Petrobras. Tiago e Tourinho são suspeitos de integrar um esquema de propina em contratos da estatal.

Por meio de nota, Tiago Cedraz negou qualquer participação no esquema investigado e afirmou que "reitera sua tranquilidade quanto aos fatos apurados por jamais ter participado de qualquer conduta ilícita, confia na apuração conduzida pela força-tarefa da Lava-Jato e permanece à disposição para quaisquer esclarecimentos necessários'.

Ele também é investigado pelo STF em um outro inquérito juntamente com ministros Aroldo Cedraz e Raimundo Carreiro, presidente do TCU, pela suspeita de favorecer empreiteiras em um processo no órgão de fiscalização e controle relacionado às obras de construção da usina nuclear de Angra 3

Conheça a TV 247

Mais de Brasília

Ao vivo na TV 247 Youtube 247