Em voo, Lewandowski é alvo de protestos de servidores

No voo entre São Paulo e Brasília e no desembarque nesta terça, presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, foi vítima de protestos de servidores do Judiciário insatisfeitos com reajuste de 40% escalonado, com faixas, cartazes e megafones; nesta terça-feira, Lewandowski disse que a proposta de aumento foi o acordo possível com o Ministério do Planejamento

No voo entre São Paulo e Brasília e no desembarque nesta terça, presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, foi vítima de protestos de servidores do Judiciário insatisfeitos com reajuste de 40% escalonado, com faixas, cartazes e megafones; nesta terça-feira, Lewandowski disse que a proposta de aumento foi o acordo possível com o Ministério do Planejamento
No voo entre São Paulo e Brasília e no desembarque nesta terça, presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, foi vítima de protestos de servidores do Judiciário insatisfeitos com reajuste de 40% escalonado, com faixas, cartazes e megafones; nesta terça-feira, Lewandowski disse que a proposta de aumento foi o acordo possível com o Ministério do Planejamento (Foto: Roberta Namour)
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247 – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, foi vítima de protestos no voo entre São Paulo e Brasília e no desembarque nesta terça.

Segundo a colunista Vera Magalhães, servidores do Judiciário insatisfeitos com reajuste de 40% escalonado esperavam o presidente do STF com faixas, cartazes e megafones.

Nesta terça-feira, Lewandowski, disse que a proposta de aumento foi o acordo possível com o Ministério do Planejamento.

Na semana passada, durante sessão administrativa, o Supremo definiu em 41,47% a proposta de reajuste para os servidores que será enviada ao Congresso, por meio de projeto de lei. Os ministros também definiram a proposta de aumento de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil para os integrantes da Corte.

Segundo o presidente, o novo projeto foi discutido com os sindicatos e é uma alternativa ao reajuste de até 78,56%, vetado pela presidenta Dilma Rousseff.

“Esse foi o acordo possível dentro desse momento econômico que vivemos. Foi muito estudado pelos técnicos do Planejamento e do Supremo. Conversamos informalmente com várias lideranças sindicais e vários sindicatos. Embora haja vozes contrárias, tenho a sensação, a convicção de que há uma grande maioria de servidores satisfeita com o que foi apresentado alternativamente ao primeiro projeto enviado ao Congresso”, disse o ministro.

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