Gabas: “Quero depor, já!”

Alvo de mandado de busca e apreensão na operação Custo Brasil nesta manhã, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas negou qualquer relação com as irregularidades investigadas e disse que já acionou sua advogada para ir à PF prestar depoimento sobre o caso; "Não tenho absolutamente nada a ver e quero esclarecer isso", disse; Gabas distacou que o Ministério da Previdência durante a sua gestão não teve nenhum relacionamento com a Consist, empresa acusada de pagar propina em contratos do Ministério do Planejamento; "Eu quero que esclareça, eu quero ir lá prestar depoimento", afirmou

Alvo de mandado de busca e apreensão na operação Custo Brasil nesta manhã, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas negou qualquer relação com as irregularidades investigadas e disse que já acionou sua advogada para ir à PF prestar depoimento sobre o caso; "Não tenho absolutamente nada a ver e quero esclarecer isso", disse; Gabas distacou que o Ministério da Previdência durante a sua gestão não teve nenhum relacionamento com a Consist, empresa acusada de pagar propina em contratos do Ministério do Planejamento; "Eu quero que esclareça, eu quero ir lá prestar depoimento", afirmou
Alvo de mandado de busca e apreensão na operação Custo Brasil nesta manhã, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas negou qualquer relação com as irregularidades investigadas e disse que já acionou sua advogada para ir à PF prestar depoimento sobre o caso; "Não tenho absolutamente nada a ver e quero esclarecer isso", disse; Gabas distacou que o Ministério da Previdência durante a sua gestão não teve nenhum relacionamento com a Consist, empresa acusada de pagar propina em contratos do Ministério do Planejamento; "Eu quero que esclareça, eu quero ir lá prestar depoimento", afirmou (Foto: Aquiles Lins)

247 - Ex-ministro da Previdência do governo eleito de Dilma Rousseff, Carlos Gabas, um dos alvo da operação Custo Brasil nesta quinta-feira, 23, negou qualquer relação com as irregularidades investigadas e disse que já acionou sua advogada para ir à PF prestar depoimento sobre o caso. "Não tenho absolutamente nada a ver e quero esclarecer isso", disse Gabas. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão pela Polícia Federal e foi convidado a depor, em data a ser agendada.

O nome de Gabas apareceu na delação premiada do ex-vereador petista Alexandre Romano, conhecido como Chambinho. Segundo Chambinho, Gabas teria recebido propina acertada com o PT cobrada da empresa Consist, que venceu licitação do Ministério do Planejamento para prestar serviços de informática. O negócio teria como principal beneficiados o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicação), preso nesta manhã, e sua mulher a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Gabas rechaçou a citação de Chambinho e disse que o Ministério da Previdência durante a sua gestão não teve nenhum relacionamento com a Consist. "Eu quero que esclareça, eu quero ir lá prestar depoimento", afirmou.

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