GDF conclui diretrizes para criar novo bairro

A Secretaria de Habitação concluiu o processo que prevê a implementação de diretrizes para criar um novo grande bairro no DF; com 17 mil hectares, o terreno, que fica na DF-140, entre São Sebastião e Santa Maria; não há previsão para o início das obras; a expectativa do GDF é de que, a longo prazo, a nova localidade tenha 900 mil pessoas, um quantitativo maior do que 13 capitais brasileiras, entre elas Florianópolis, João Pessoa, Macapá e Campo Grande

A Secretaria de Habitação concluiu o processo que prevê a implementação de diretrizes para criar um novo grande bairro no DF; com 17 mil hectares, o terreno, que fica na DF-140, entre São Sebastião e Santa Maria; não há previsão para o início das obras; a expectativa do GDF é de que, a longo prazo, a nova localidade tenha 900 mil pessoas, um quantitativo maior do que 13 capitais brasileiras, entre elas Florianópolis, João Pessoa, Macapá e Campo Grande
A Secretaria de Habitação concluiu o processo que prevê a implementação de diretrizes para criar um novo grande bairro no DF; com 17 mil hectares, o terreno, que fica na DF-140, entre São Sebastião e Santa Maria; não há previsão para o início das obras; a expectativa do GDF é de que, a longo prazo, a nova localidade tenha 900 mil pessoas, um quantitativo maior do que 13 capitais brasileiras, entre elas Florianópolis, João Pessoa, Macapá e Campo Grande (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 – A Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) concluiu o processo que prevê a implementação de diretrizes para criar um novo grande bairro no Distrito Federal. Com 17 mil hectares, o terreno, que fica na DF-140, entre São Sebastião e Santa Maria. Não há previsão para o início das obras.

A expectativa do GDF é de que, a longo prazo, a nova localidade tenha 900 mil pessoas, um quantitativo maior do que 13 capitais brasileiras, entre elas Florianópolis (SC), João Pessoas (PB), Macapá (AP) e Campo Grande (MS). O número de habitantes também é superior ao de três regiões do DF, que, juntas, somam 811 mil pessoas. São elas: Brasília, Taguatinga e Ceilândia.

De acordo com o secretário da Habitação, Geraldo Magela, a criação das diretrizes é uma ferramenta a fim de evitar a ação de grileiros e invasões. "Foi quase um ano de idas, vindas, debates e análises. Estamos retomando o papel de planejador do Estado. Ao longo dos anos, não havia isso, e o que vimos foi a proliferação da ocupação ilegal. Essa é a última grande área de ocupação do DF", afirmou, segundo o jornal Correio Braziliense.

O dirigente informou que os empresários poderão erguer prédios de seis a 15 andares. "Mas as diretrizes determinam que a região tenha moradia, emprego, educação e lazer. Trabalhamos com o conceito de que é preciso morar, trabalhar, estudar e se divertir no mesmo lugar", afirmou.

Após a conclusão do processo na Sedhad, a próxima fase será a elaboração de um plano de ocupação pelos empresários. "Vencida essa etapa, ainda passaremos por análises de meio ambiente, relatórios de impacto ambiental, entre outros. Estamos tendo a oportunidade de trabalhar juntos, abrindo o projeto que cada um está pensando, para procurar integração no sistema viário e evitar que as áreas não sejam conflitantes", disse José Luís Wey, diretor de Projetos Especiais da Via Engenharia, uma das empresas participante do projeto.

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