Gilmar adia votação de recurso de Arruda no TSE

José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter sua candidatura, barrada pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, liberada; antes do pedido de vista de Gilmar Mendes, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE

José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter sua candidatura, barrada pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, liberada; antes do pedido de vista de Gilmar Mendes, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE
José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter sua candidatura, barrada pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, liberada; antes do pedido de vista de Gilmar Mendes, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE (Foto: Roberta Namour)

André Richter - Repórter da Agência Brasil - O ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu vista do recurso no qual José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter a candidatura liberada. Arruda foi barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pela segunda instância da Justiça.

Antes da interrupção do julgamento, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE. No dia 26 de agosto, a maioria dos ministros manteve decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, que negou o registro do candidato.

Não há prazo para que o julgamento seja retomado. Até decisão final do TSE, mesmo sem ter registro de candidatura, Arruda pode continuar a campanha normalmente.

No dia 9 de julho, Arruda foi condenado por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A condenação é referente à Operação Caixa de Pandora, que investigou o esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM.

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