Gilmar fala em separar contas de Dilma e Temer no TSE

Após o vice Michel Temer ter recorrido ao Tribunal Superior Eleitoral pedindo a divisão das contas de campanha dele e da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que pode abrir a possibilidade; “Inicialmente, o tribunal tem uma posição contra a divisibilidade da ação. Mas, certamente, agora podemos ter um quadro novo, se eventualmente ocorre a suspensão ou mesmo o afastamento da presidente. Isso terá que ser devidamente analisado", disse

Após o vice Michel Temer ter recorrido ao Tribunal Superior Eleitoral pedindo a divisão das contas de campanha dele e da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que pode abrir a possibilidade; “Inicialmente, o tribunal tem uma posição contra a divisibilidade da ação. Mas, certamente, agora podemos ter um quadro novo, se eventualmente ocorre a suspensão ou mesmo o afastamento da presidente. Isso terá que ser devidamente analisado", disse
Após o vice Michel Temer ter recorrido ao Tribunal Superior Eleitoral pedindo a divisão das contas de campanha dele e da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que pode abrir a possibilidade; “Inicialmente, o tribunal tem uma posição contra a divisibilidade da ação. Mas, certamente, agora podemos ter um quadro novo, se eventualmente ocorre a suspensão ou mesmo o afastamento da presidente. Isso terá que ser devidamente analisado", disse (Foto: Roberta Namour)
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247 – Com a entrada do pedido do vice Michel Temer no TSE para dividir as contas de campanha dele e da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente do órgão, ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que pode abrir a possibilidade.

“Inicialmente, o tribunal tem uma posição contra a divisibilidade da ação. Mas, certamente, agora podemos ter um quadro novo, se eventualmente ocorre a suspensão ou mesmo o afastamento da presidente. Isso terá que ser devidamente analisado », disse.

Segundo ele, de qualquer forma, a decisão só será tomada pelo TSE depois de encerrado o processo de impeachment contra a presidente no Congresso Nacional.

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