Grande absurdo achar que o STF é menos capaz de investigar Lula, diz defesa

O argumento foi utilizado pela defesa no recurso apresentado ao STF contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a nomeação de Lula para a Casa Civil.; "Partem da equivocada premissa de que este E. STF, ao eventualmente assumir a condução dessas investigações, não teria a mesma capacidade da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba para desenvolvê-las - o que se revela um grande absurdo", afirmam os advogados

O argumento foi utilizado pela defesa no recurso apresentado ao STF contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a nomeação de Lula para a Casa Civil.; "Partem da equivocada premissa de que este E. STF, ao eventualmente assumir a condução dessas investigações, não teria a mesma capacidade da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba para desenvolvê-las - o que se revela um grande absurdo", afirmam os advogados
O argumento foi utilizado pela defesa no recurso apresentado ao STF contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a nomeação de Lula para a Casa Civil.; "Partem da equivocada premissa de que este E. STF, ao eventualmente assumir a condução dessas investigações, não teria a mesma capacidade da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba para desenvolvê-las - o que se revela um grande absurdo", afirmam os advogados (Foto: Valter Lima)

247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou de "grande absurdo" a tese de que o Supremo Tribunal Federal teria menos capacidade do que o juiz Sérgio Moro para conduzir as investigações sobre o petista na Lava Jato.

O argumento foi utilizado pela defesa no recurso apresentado ao STF contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a nomeação de Lula para a Casa Civil. 

"Partem da equivocada premissa de que este E. STF, ao eventualmente assumir a condução dessas investigações, não teria a mesma capacidade da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba para desenvolvê-las - o que se revela um grande absurdo", afirmam os advogados.

"Não é possível dizer que a investigação conduzida por uma vara federal de primeiro grau de Curitiba seria mais legítima que aquela conduzida por esta Corte Suprema", completam.

Os defensores apontam que Lula "somente aceitou ser ministro de Estado para ajudar o país e a presidente da República na retomada do desenvolvimento social e econômico".

A defesa argumenta ainda que Lula não é réu em qualquer ação penal nem foi condenado pela prática de crime, portanto, não há empecilhos para que integre o primeiro escalão do governo.

 

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