Hélio Doyle diz que centro administrativo é “elefante branco”

"Com 96,5% das obras concluídas, o complexo está ainda vazio por causa de desentendimentos entre o governo e o consórcio que o construiu e que tem contrato para operá-lo e mantê-lo por 21 anos", escreve o jornalista; segundo ele, já deveriam estar trabalhando no local "o governador, o vice, a maioria dos secretários e mais 13,5 mil servidores do governo de Brasília"

"Com 96,5% das obras concluídas, o complexo está ainda vazio por causa de desentendimentos entre o governo e o consórcio que o construiu e que tem contrato para operá-lo e mantê-lo por 21 anos", escreve o jornalista; segundo ele, já deveriam estar trabalhando no local "o governador, o vice, a maioria dos secretários e mais 13,5 mil servidores do governo de Brasília"
"Com 96,5% das obras concluídas, o complexo está ainda vazio por causa de desentendimentos entre o governo e o consórcio que o construiu e que tem contrato para operá-lo e mantê-lo por 21 anos", escreve o jornalista; segundo ele, já deveriam estar trabalhando no local "o governador, o vice, a maioria dos secretários e mais 13,5 mil servidores do governo de Brasília" (Foto: Gisele Federicce)

Brasília 247 - O jornalista Hélio Doyle destacou nesta terça-feira, 8, as obras do centro administrativo do governo do Distrito Federal, onde já deveriam estar trabalhando o governador, o vice, a maioria dos secretários e mais 13,5 mil servidores do governo de Brasília.

"Com 96,5% das obras concluídas, o complexo está ainda vazio por causa de desentendimentos entre o governo e o consórcio que o construiu e que tem contrato para operá-lo e mantê-lo por 21 anos", diz ele. 

Doyle conta que quando assumiu, o governo achava que os problemas para ocupar o centro administrativo seriam relativamente fáceis de resolver: apresentar as garantias da Terracap, concluir 3,5% as obras (o que depende apenas de definições do governo), decidir como seria o processo de instalação de tecnologia de informação e de compra dos móveis e estabelecer a logística da mudança. Além disso, era preciso resolver o problema do "habite-se" concedido nos últimos dias do governo de Agnelo Queiroz (PT) e anulado pela Justiça.

"Como o contrato da PPP não previu, como deveria, que computadores, telefonia e móveis fossem de responsabilidade do Centrad, o governo teria ou de fazer um aditivo – no que encontrou restrições no TCDF e no Ministério Público – ou abrir licitação, o que implicaria em despesas elevadas. Uma hipótese era fazer a mudança com os móveis já utilizados, retirando do consórcio a responsabilidade por sua manutenção", afirma. 

"Nada será rápido e enquanto isso o elefante branco continuará impávido", completa. 

Leia na íntegra o artigo de Helio Doyle. 

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