HSBC: CPI ouvirá jornalistas sobre contas secretas

Comissão Parlamentar de Inquérito começa a ouvir nesta quinta-feira 26 os primeiros depoimentos requeridos pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), como os jornalistas Fernando Rodrigues, do UOL, e Chico Otávio, do jornal O Globo, além do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel

Comissão Parlamentar de Inquérito começa a ouvir nesta quinta-feira 26 os primeiros depoimentos requeridos pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), como os jornalistas Fernando Rodrigues, do UOL, e Chico Otávio, do jornal O Globo, além do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel
Comissão Parlamentar de Inquérito começa a ouvir nesta quinta-feira 26 os primeiros depoimentos requeridos pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), como os jornalistas Fernando Rodrigues, do UOL, e Chico Otávio, do jornal O Globo, além do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel (Foto: Leonardo Lucena)

Karine Melo - Repórter da Agência Brasil

Instalada ontem (24), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do HSBC começa a ouvir nesta quinta-feira (26) os primeiros depoimentos requeridos pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Por sugestão do parlamentar, serão ouvidos amanhã os jornalistas Fernando Rodrigues, do UOL, e Chico Otávio, do jornal O Globo, além do ex-secretário da Receita Federal, Everardo Maciel.

O requerimento com os convites foi aprovado na manhã de hoje (25), durante reunião extraordinária da comissão. Randolfe Rodrigues considera a participação dos convidados fundamental para as investigações, porque, segundo ele, os três são detentores de informações detalhadas sobre os dados vazados do HSBC.

A sessão de amanhã, marcada para às 8h30, terá duas partes: a primeira para votação de novos requerimentos e a segunda para ouvir os convidados.

As denúncias envolvendo o banco HSBC indicam que a filial do banco na Suíça ajudou clientes a esconder recursos que poderiam ser de origem ilícita, além de possibilitar práticas de sonegação fiscal. Entre os correntistas envolvidos no esquema, 8,7 mil são brasileiros. O envolvimento não significa que todos tenham praticado alguma irregularidade.

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