Impeachment: GDF promete novo muro na Esplanada

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que o muro de 2 km erguido no gramado da Esplanada dos Ministérios para separar manifestantes contra e a favor do impeachment da presidente Dilma também será erguido no local para a votação no Senado; a expectativa é de que o pleito aconteça entre 10 e 11 de maio; "Quando tiver uma nova votação, em um ambiente de divisão e radicalização, nós retornaremos as divisórias. Não fomos nós que dividimos o Brasil. Há um ambiente de radicalização e o muro foi colocado para garantir que as pessoas pudessem se manifestar livremente e com segurança", disse 

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que o muro de 2 km erguido no gramado da Esplanada dos Ministérios para separar manifestantes contra e a favor do impeachment da presidente Dilma também será erguido no local para a votação no Senado; a expectativa é de que o pleito aconteça entre 10 e 11 de maio; "Quando tiver uma nova votação, em um ambiente de divisão e radicalização, nós retornaremos as divisórias. Não fomos nós que dividimos o Brasil. Há um ambiente de radicalização e o muro foi colocado para garantir que as pessoas pudessem se manifestar livremente e com segurança", disse 
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que o muro de 2 km erguido no gramado da Esplanada dos Ministérios para separar manifestantes contra e a favor do impeachment da presidente Dilma também será erguido no local para a votação no Senado; a expectativa é de que o pleito aconteça entre 10 e 11 de maio; "Quando tiver uma nova votação, em um ambiente de divisão e radicalização, nós retornaremos as divisórias. Não fomos nós que dividimos o Brasil. Há um ambiente de radicalização e o muro foi colocado para garantir que as pessoas pudessem se manifestar livremente e com segurança", disse  (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou nesta segunda-feira (18) que o muro de dois quilômetros erguido no gramado da Esplanada dos Ministérios para separar manifestantes contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) também será erguido no local  para a votação no Senado. A expectativa é de que o pleito aconteça entre 10 e 11 de maio.

"As divisórias estão sendo retiradas. Quando tiver uma nova votação, em um ambiente de divisão e radicalização, nós retornaremos as divisórias. Não fomos nós que dividimos o Brasil. Há um ambiente de radicalização e o muro foi colocado para garantir que as pessoas pudessem se manifestar livremente e com segurança", disse o chefe do executivo, em coletiva de imprensa.

A estrutura ficou montada no local desde o domingo anterior à votação. Rollemberg considerou bem sucedida a operação de segurança durante as sessões da Câmara no fim de semana. A medida foi estudada 15 dias antes da votação.

O esquema montado pelas forças de segurança da capital da República envolveu 14.330 servidores — 11,5 mil policiais militares, 1,5 mil militares do Corpo de Bombeiros, mil policiais civis e 330 agentes do Departamento de Trânsito — em três dias de protestos, de 15 a 17 de abril. Na sexta-feira (15), havia 200 manifestantes em frente ao Congresso Nacional. No sábado, foram 2,4 mil; no domingo, 79 mil pessoas.

 

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