Investigado na Lava Jato, presidente do STJ pede três meses de férias

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, é alvo de um dos pedidos de inquérito apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações da Lava Jato, e disse não haver nenhuma relação entre o fato com o pedido de férias; ele e o ministro Marcelo Navarro, também do STJ, foram citados na delação do ex-senador Delcídio Amaral, em suposta manobra para soltar empreiteiros presos, entre eles o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, é alvo de um dos pedidos de inquérito apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações da Lava Jato, e disse não haver nenhuma relação entre o fato com o pedido de férias; ele e o ministro Marcelo Navarro, também do STJ, foram citados na delação do ex-senador Delcídio Amaral, em suposta manobra para soltar empreiteiros presos, entre eles o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht
Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, é alvo de um dos pedidos de inquérito apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações da Lava Jato, e disse não haver nenhuma relação entre o fato com o pedido de férias; ele e o ministro Marcelo Navarro, também do STJ, foram citados na delação do ex-senador Delcídio Amaral, em suposta manobra para soltar empreiteiros presos, entre eles o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, pediu para tirar três meses de férias que teriam sido acumuladas na presidência do tribunal e no período em que foi corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Falcão é alvo de um dos pedidos de inquérito apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações da Lava Jato, e disse não haver nenhuma relação entre os dois fatos.

“Não entendo porque estão fazendo esse estardalhaço. Eu requeri o gozo de férias para não perder o direito”, afirmou, em entrevista ao Globo.

Ele e o ministro Marcelo Navarro, também do STJ, foram citados na delação do ex-senador Delcídio Amaral, em suposta manobra para soltar empreiteiros presos, entre eles o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht.

“Não quero falar sobre esse assunto (inquérito da Lava-Jato). Mas é importante lembrar que eu neguei todos os pedidos de habeas corpus da Lava-Jato. Foram mais de 30 pedidos negados”, afirmou (leia aqui).

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