Josias manda Temer devolver dinheiro da reforma inútil para Michelzinho

O colunista Josias de Souza defende que Michel Temer devolva os R$ 24 mil gastos no Palácio da Alvorada para adaptá-lo às necessidades de seu filho Michelzinho; embora seja um prédio tombado pelo patrimônio histórico, o Alvorada ganhou redes de proteção antes de Temer decidir voltar para o Jaburu; "O que não é tolerável é a sensação do desperdício de R$ 24 mil do erário numa reforma que só os Temer consideravam essencial e da qual nem eles tirarão proveito. O dinheiro é público, mas não é grátis. Não é muita grana. Mas foi arrancada à força do bolso de um sujeito que é equivocadamente chamado de contribuinte. Convém devolver"

O colunista Josias de Souza defende que Michel Temer devolva os R$ 24 mil gastos no Palácio da Alvorada para adaptá-lo às necessidades de seu filho Michelzinho; embora seja um prédio tombado pelo patrimônio histórico, o Alvorada ganhou redes de proteção antes de Temer decidir voltar para o Jaburu; "O que não é tolerável é a sensação do desperdício de R$ 24 mil do erário numa reforma que só os Temer consideravam essencial e da qual nem eles tirarão proveito. O dinheiro é público, mas não é grátis. Não é muita grana. Mas foi arrancada à força do bolso de um sujeito que é equivocadamente chamado de contribuinte. Convém devolver"
O colunista Josias de Souza defende que Michel Temer devolva os R$ 24 mil gastos no Palácio da Alvorada para adaptá-lo às necessidades de seu filho Michelzinho; embora seja um prédio tombado pelo patrimônio histórico, o Alvorada ganhou redes de proteção antes de Temer decidir voltar para o Jaburu; "O que não é tolerável é a sensação do desperdício de R$ 24 mil do erário numa reforma que só os Temer consideravam essencial e da qual nem eles tirarão proveito. O dinheiro é público, mas não é grátis. Não é muita grana. Mas foi arrancada à força do bolso de um sujeito que é equivocadamente chamado de contribuinte. Convém devolver" (Foto: Leonardo Attuch)

Brasília 247 – O colunista Josias de Souza defende que Michel Temer devolva os R$ 24 mil gastos no Palácio da Alvorada para adaptá-lo às necessidades de seu filho Michelzinho.

"Antes de se mudar para a residência oficial dos presidentes, Temer visitou o imóvel com sua mulher, Marcela. A pretexto de adaptar o palácio às necessidades do filho Michelizinho, o casal concluiu que uma pequena reforma seria inevitável. Até aí, beleza. Feitos os ajustes, a primeira-família ocupou o palácio. De repente, menos de duas semanas depois, os Temer decidiram retornar à casa oficial dos vices, o Palácio do Jaburu", diz ele (leia aqui).

Embora seja um prédio tombado pelo patrimônio histórico, o Alvorada ganhou redes de proteção antes de Temer decidir voltar para o Jaburu.

"O que não é tolerável é a sensação do desperdício de R$ 24 mil do erário numa reforma que só os Temer consideravam essencial e da qual nem eles tirarão proveito. O dinheiro é público, mas não é grátis. Não é muita grana. Mas foi arrancada à força do bolso de um sujeito que é equivocadamente chamado de contribuinte. Convém devolver", afirma.

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