Juiz diz que Octávio acreditava na impunidade

Ao decretar a prisão do ex-vice-governador do Distrito Federal Paulo Octávio (PP),  juiz da 2ª Vara Criminal de Taguatinga, Wagno de Souza, disse que político acreditava na "impunidade da repressão Estatal" e que cadeia era a única forma de evitar "seara criminosa"; foi detido após suspeita de corromper funcionários públicos que expediam alvarás para seus prédios

(Foto: Roberta Namour)

247 – Ao decretar a prisão do ex-vice-governador do Distrito Federal Paulo Octávio (PP), o juiz da 2ª Vara Criminal de Taguatinga, Wagno de Souza, disse que político acreditava na "impunidade da repressão Estatal" e que cadeia era a única forma de evitar "seara criminosa". 

Octávio foi preso na noite desta segunda-feira (2) em Brasília, na operação Átrio, da Polícia Civil. Segundo informações da Polícia Civil, ele foi detido após suspeita de corromper funcionários públicos que expediam alvarás para seus prédios. Octávio ainda teria atrapalhado as investigações ao pedir para que o então administrador de Taguatinga Carlos Jales não entregasse documentos a uma promotora de Justiça.

Ex-vice de José Roberto Arruda, governador que foi preso e cassado durante a operação que desvendou o chamado Mensalão do DEM, Paulo Octávio foi detido em um dos hotéis de sua propriedade, no centro de Brasília. Ele está na carceragem da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil.

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