Juízes e membros do MP defendem o indefensável: seus privilégios

Magistrados, promotores e procuradores federais entregaram abaixo-assinado à ministra Cármen Lúcia e à procuradora-geral, Raquel Dodge, para que "resgatem o valor histórico da irredutibilidade dos subsídios"; os integrantes do Judiciário querem manter seus penduricalhos, como auxílio-moradia, inclusive para quem tem residência própria na cidade

Magistrados, promotores e procuradores federais entregaram abaixo-assinado à ministra Cármen Lúcia e à procuradora-geral, Raquel Dodge, para que "resgatem o valor histórico da irredutibilidade dos subsídios"; os integrantes do Judiciário querem manter seus penduricalhos, como auxílio-moradia, inclusive para quem tem residência própria na cidade
Magistrados, promotores e procuradores federais entregaram abaixo-assinado à ministra Cármen Lúcia e à procuradora-geral, Raquel Dodge, para que "resgatem o valor histórico da irredutibilidade dos subsídios"; os integrantes do Judiciário querem manter seus penduricalhos, como auxílio-moradia, inclusive para quem tem residência própria na cidade (Foto: Gisele Federicce)

247, com informações do site Metrópoles - Cerca de 600 juízes, procuradores e promotores foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira 1º fazer um ato para defender seus benefícios, como auxílio-moradia.

Eles entregaram à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, uma "carta aberta pela valorização do Ministério Público e do Poder Judiciário" com a assinatura de 8 mil membros das categorias.

No abaixo-assinado, a Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público pede que o STF e a Procuradoria-Geral da República "resgatem o valor histórico da irredutibilidade dos subsídios".

"Desde a instituição do subsídio, os membros do Judiciário e do Ministério Público jamais reivindicaram aumento. Passaram-se já treze anos buscando tão somente a recomposição da inflação oficial", justificam os signatários.

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