Manifestantes cobram reforma agrária no País

Integrantes da Frente Nacional de Luta (FNL) e lideranças indígenas amanhecera acampados no gramado do Congresso Nacional, na área central de Brasília, em protesto por reforma agrária e demarcação de terras indígenas e quilombolas; segundo a Polícia Militar, havia quase 2 mil militantes no local pouco antes das 7h; alguns manifestantes seguravam faixas com críticas ao governo; mas a categoria ressalta que não tem filiações políticas

Integrantes da Frente Nacional de Luta (FNL) e lideranças indígenas amanhecera acampados no gramado do Congresso Nacional, na área central de Brasília, em protesto por reforma agrária e demarcação de terras indígenas e quilombolas; segundo a Polícia Militar, havia quase 2 mil militantes no local pouco antes das 7h; alguns manifestantes seguravam faixas com críticas ao governo; mas a categoria ressalta que não tem filiações políticas
Integrantes da Frente Nacional de Luta (FNL) e lideranças indígenas amanhecera acampados no gramado do Congresso Nacional, na área central de Brasília, em protesto por reforma agrária e demarcação de terras indígenas e quilombolas; segundo a Polícia Militar, havia quase 2 mil militantes no local pouco antes das 7h; alguns manifestantes seguravam faixas com críticas ao governo; mas a categoria ressalta que não tem filiações políticas (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - Integrantes da Frente Nacional de Luta (FNL) e lideranças indígenas amanhecera, nesta terça-feira (14), acampados no gramado do Congresso Nacional, na área central de Brasília, em protesto por reforma agrária e demarcação de terras indígenas e quilombolas. Segundo a Polícia Militar, havia quase 2 mil militantes no local pouco antes das 7h.

Alguns manifestantes seguravam faixas com críticas ao governo. Uma delas tem os dizeres "Dilma, o dinheiro roubado da Petrobras é suficiente para fazer reforma agrária no Brasil".

Membros da FNL haviam fechado, nessa segunda-feira (13), três faixas do Eixo Monumental em marcha entre o Ginásio Nilson Nelson e o Congresso. O grupo já havia se pronunciado a favor das questões indígenas, se dizendo contra o projeto de lei que transfere o poder dessa demarcação do Executivo para o Legislativo.

De acordo com o presidente da Confederação Nacional da Agricultura Familiar do Brasil, Carlos Lopes, que também é um dos dirigentes nacionais da FNL, o grupo não tem filiações políticas e cobra uma postura mais firme do governo federal.

"Não aceitaremos mais o descaso do governo para com essa área. Estamos aqui de forma apartidária. Neste início do segundo governo, a Dilma não sinaliza ações positivas. O primeiro também teve resultados negativos", afirmou ao G1.

O coordenador do movimento, José Rainha informou que o grupo pretende permanecer "hospedado" no local nos próximos dias. "Vamos acampar no gramado enquanto conversamos com o governo federal. Vamos nos reunir com os ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Ciência e Tecnologia e da Educação", disse. Apesar das pautas, o grupo disse que não tem reuniões agendadas com as pastas.

O Ministério do Planejamento afirmou que um "Grupo de Trabalho" está aberto ao diálogo com as lideranças do movimento, mas "orientou que o tema seja tratado com a Secretaria Geral da Presidência da República e com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)".

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