Manifestantes se recusam a desocupar reitoria da UnB

Os estudantes da Universidade de Brasília (UnB),que ocupam a reitoria há 16 dias, não chegaram a um acordo quanto à desocupação do local; mesmo com uma notificação extrajudicial cobrando o fim do movimento, os alunos decidiram permanecer no local; eles querem a liberação de verbas para a instituição, são contra o aumento de preço nas refeições do Restaurante e as demissões de terceirizados, entre outras questões

Os estudantes da Universidade de Brasília (UnB),que ocupam a reitoria há 16 dias, não chegaram a um acordo quanto à desocupação do local; mesmo com uma notificação extrajudicial cobrando o fim do movimento, os alunos decidiram permanecer no local; eles querem a liberação de verbas para a instituição, são contra o aumento de preço nas refeições do Restaurante e as demissões de terceirizados, entre outras questões
Os estudantes da Universidade de Brasília (UnB),que ocupam a reitoria há 16 dias, não chegaram a um acordo quanto à desocupação do local; mesmo com uma notificação extrajudicial cobrando o fim do movimento, os alunos decidiram permanecer no local; eles querem a liberação de verbas para a instituição, são contra o aumento de preço nas refeições do Restaurante e as demissões de terceirizados, entre outras questões (Foto: Voney Malta)

Fernando Caixeta/Metrópoles - Após quatro horas de reunião, os estudantes da Universidade de Brasília (UnB) que ocupam a reitoria há 16 dias não chegaram a um acordo quanto à desocupação do local nesta sexta-feira (27/4). Mesmo com uma notificação extrajudicial cobrando o fim do movimento e um ultimato da instituição de ensino superior para o encerramento da manifestação até as 23h59 de quinta (26), os cerca de 50 alunos decidiram permanecer na localidade.

Os manifestantes querem a liberação de verbas para a instituição por parte do Ministério da Educação e, para isso, cobram uma reunião com integrantes da pasta. Os universitários ainda são contra o aumento de preço nas refeições do Restaurante Universitário (RU) e as demissões de terceirizados. Pedem ainda a manutenção de todos os estágios remunerados e bolsas de permanência estudantil, além de uma auditoria externa e independente dos contratos de serviços terceirizados e a revogação da emenda do teto dos gastos.

A UnB vive uma das maiores crises financeiras da sua história. As contas não fecham e a estimativa é de que o rombo de 2018 fique em R$ 92,3 milhões.  

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