Motoristas de ônibus escolares param no DF

Empresas que prestam serviço de transporte escolar aos alunos da rede pública do Distrito Federal voltaram a paralisar as atividades a partir desta quinta-feira (1º), por tempo indeterminado. a categoria cobra o pagamento de repasses atrasados que somam R$ 40 milhões. a estimativa é de que até 60 mil crianças e adolescentes sejam prejudicados pela greve

Empresas que prestam serviço de transporte escolar aos alunos da rede pública do Distrito Federal voltaram a paralisar as atividades a partir desta quinta-feira (1º), por tempo indeterminado. a categoria cobra o pagamento de repasses atrasados que somam R$ 40 milhões. a estimativa é de que até 60 mil crianças e adolescentes sejam prejudicados pela greve
Empresas que prestam serviço de transporte escolar aos alunos da rede pública do Distrito Federal voltaram a paralisar as atividades a partir desta quinta-feira (1º), por tempo indeterminado. a categoria cobra o pagamento de repasses atrasados que somam R$ 40 milhões. a estimativa é de que até 60 mil crianças e adolescentes sejam prejudicados pela greve (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Empresas que prestam serviço de transporte escolar aos alunos da rede pública do Distrito Federal voltaram a paralisar as atividades a partir desta quinta-feira (1º), por tempo indeterminado. A categoria cobra o pagamento de repasses atrasados que somam R$ 40 milhões. A estimativa é de que até 60 mil crianças e adolescentes sejam prejudicados pela greve. 

Atualmente, 11 empresas realizam as atividades e empregam 1,6 mil funcionários, em uma frota de 700 ônibus, que levam os estudantes a mais de 600 instituições de ensino nas áreas urbana e rural. “Os custos financeiros para manutenção da operação são elevadíssimos e diários, tornando o serviço inexequível, ante a desídia da administração em cumprir com os pagamentos pelos serviços já prestados”, disse a Associação das Empresas de Transporte Escolar de Brasília, conforme relato do G1.

Motoristas já havia feito uma paralisação em 31 de outubro pelo mesmo motivo. De acordo com a categoria, as dívidas existem desde 2014: são R$ 3,5 milhões referentes ao primeiro ano; R$ 2,5 milhões a 2015; e R$ 33 milhões a 2016. Na época, a Secretaria de Educação disse que o valor total do débito era de R$ 19,5 milhões.

 

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