MP do DF quer delação de Odebrecht contra Lula

O Ministério Público Federal em Brasília quer usar um possível acordo de delação premiada de executivos da Odebrecht para avançar nas investigações sobre suposto tráfico de influência praticado pelo ex-presidente Lula em favor da empreiteira; a intenção da Procuradoria é que os empresários detalhem eventuais irregularidades cometidas pelo petista ao fazer gestões para que a construtora obtivesse obras em outros países e crédito no BNDES; Lula e o banco negam qualquer irregularidade

O Ministério Público Federal em Brasília quer usar um possível acordo de delação premiada de executivos da Odebrecht para avançar nas investigações sobre suposto tráfico de influência praticado pelo ex-presidente Lula em favor da empreiteira; a intenção da Procuradoria é que os empresários detalhem eventuais irregularidades cometidas pelo petista ao fazer gestões para que a construtora obtivesse obras em outros países e crédito no BNDES; Lula e o banco negam qualquer irregularidade
O Ministério Público Federal em Brasília quer usar um possível acordo de delação premiada de executivos da Odebrecht para avançar nas investigações sobre suposto tráfico de influência praticado pelo ex-presidente Lula em favor da empreiteira; a intenção da Procuradoria é que os empresários detalhem eventuais irregularidades cometidas pelo petista ao fazer gestões para que a construtora obtivesse obras em outros países e crédito no BNDES; Lula e o banco negam qualquer irregularidade (Foto: Valter Lima)
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247 - O Ministério Público Federal em Brasília quer usar um possível acordo de delação premiada de executivos da Odebrecht, entre eles Marcelo Odebrecht, para avançar nas investigações sobre suposto tráfico de influência praticado pelo ex-presidente Lula em favor da empreiteira.

A intenção da Procuradoria é que os empresários detalhem eventuais irregularidades cometidas pelo petista ao fazer gestões para que a construtora obtivesse obras em outros países e crédito no BNDES.

Em depoimento ao Ministério Público em Brasília, Lula argumentou que mandatários e ex-mandatários “do mundo inteiro defendem as empresas de seus países no exterior”. Ele sustenta que todas as suas palestras estão declaradas e contabilizadas, com os devidos impostos pagos, e que “jamais interferiu na autonomia do BNDES e nas decisões do banco sobre concessões de empréstimos”. O BNDES nega qualquer tipo de irregularidades em operações da instituição.

 

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