MP investiga grupo de servidores do DF por fraude em vistoria de ônibus

A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal fazem uma operação contra uma organização criminosa envolvendo servidores públicos da Secretaria de Mobilidade por fraudar a vistoria de ônibus; funcionários do setor de fiscalização da pasta estariam recebendo propina para deixar de vistoriar coletivos que não poderiam circular, segundo as investigações

A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal fazem uma operação contra uma organização criminosa envolvendo servidores públicos da Secretaria de Mobilidade por fraudar a vistoria de ônibus; funcionários do setor de fiscalização da pasta estariam recebendo propina para deixar de vistoriar coletivos que não poderiam circular, segundo as investigações
A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal fazem uma operação contra uma organização criminosa envolvendo servidores públicos da Secretaria de Mobilidade por fraudar a vistoria de ônibus; funcionários do setor de fiscalização da pasta estariam recebendo propina para deixar de vistoriar coletivos que não poderiam circular, segundo as investigações (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal fazem nesta sexta-feira (1) uma operação contra uma organização criminosa envolvendo servidores públicos da Secretaria de Mobilidade por fraudar a vistoria de ônibus. Funcionários do setor de fiscalização da pasta estariam recebendo propina para deixar de vistoriar coletivos que não poderiam circular, segundo as investigações. Nas vistorias, são analisados pontos como eixo, motor, pneu, elevadores, catracas, óleo, pintura, e validadores. A pasta se chama Subsecretaria de Fiscalização, Auditoria e Controle (Sufisa).

São cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão. Também há dois mandados de condução coercitiva – quando a pessoa é levada a depor. A Secretaria de Mobilidade informou que a denúncia foi recebida na Ouvidoria da pasta e que logo foi encaminhada à polícia.

A operação é realizada pela 2ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e pela Coordenação de Repressão a Crimes contra Fraude (Corf), da Polícia Civil.

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