Padilha apresenta projeto que impõe regras para retorno do isolamento

Inspirada em experiências internacionais, a proposta apresentada pelo deputado Alexandre Padilha estabelece critérios que ele considera “rigorosos, claros e seguros” para a criação de diretrizes para a retomada gradual das atividades econômicas e comerciais

Alexandre Padilha
Alexandre Padilha (Foto: Agência Câmara)
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247 - O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) apresentou na Câmara dos Deputados um projeto de lei para instituir o plano “Protege Brasil”, que estabelece regras para o fim do isolamento social devido à crise do coronavírus. Inspirada em experiências internacionais, a proposta estabelece, de acordo com o parlamentar, “critérios rigorosos, claros e seguros para a criação de diretrizes nacionais para a retomada gradual das atividades econômicas e comerciais”. 

“A proposta trata detalhadamente de cada uma das atividades econômicas para que o Brasil não cometa a irresponsabilidade de qualquer proposta e ação de reabertura no momento em que ainda estamos no outono, não chegamos no inverno, período onde os casos podem saltar ainda mais, e já temos as evidências de quem fez ações de reabertura sem planejamento, sem cuidado, voltou a multiplicar o número de casos”, afirma Padilha.

O parlamentar explica que a proposta possui quatro eixos de classificação sanitária no que diz respeito a incidência da Covid-19 e apresenta medidas possíveis de relaxamento do distanciamento social, sendo classificadas por região de alta transmissão, estado de alerta, estado de contingência e de observação.

“Para se enquadrar nos níveis de classificação para a retomada, todas as regiões devem informar a observação crescimento de casos confirmados ou casos suspeitos dos últimos 14 dias. Ampliação de testes, além de observar não só os casos confirmados, mas diante da ausência de testes devemos incluir também os casos suspeitos . Além disso, as internações por gripe aguda grave também devem ser contabilizadas pois justificam a Covid-19. Por exemplo, uma região não deixa de ser de alta transmissão enquanto não tiver uma redução de casos suspeitos e confirmados de forma sustentada por 14 dias”, explica.

Confira a íntegra aqui.

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