Parte do Supremo já avalia tese para afastar Cunha

Segundo a colunista Natuza Nery, pelo argumento, as manobras regimentais do dirigente obstruem as investigações no Conselho de Ética: “Uma pessoa que usa o cargo para impedir sua cassação o faz para manter o foro privilegiado. Assim, pode escolher o tribunal que o julga, o juiz que o julga e ter direito a regime jurídico especial, como só ser preso em caso de flagrante”, teria dito um dos ministros do STF

Segundo a colunista Natuza Nery, pelo argumento, as manobras regimentais do dirigente obstruem as investigações no Conselho de Ética: “Uma pessoa que usa o cargo para impedir sua cassação o faz para manter o foro privilegiado. Assim, pode escolher o tribunal que o julga, o juiz que o julga e ter direito a regime jurídico especial, como só ser preso em caso de flagrante”, teria dito um dos ministros do STF
Segundo a colunista Natuza Nery, pelo argumento, as manobras regimentais do dirigente obstruem as investigações no Conselho de Ética: “Uma pessoa que usa o cargo para impedir sua cassação o faz para manter o foro privilegiado. Assim, pode escolher o tribunal que o julga, o juiz que o julga e ter direito a regime jurídico especial, como só ser preso em caso de flagrante”, teria dito um dos ministros do STF (Foto: Roberta Namour)
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247 - Ministros do Supremo começam a defender uma tese para afastar Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Segundo a colunista Natuza Nery, pelo argumento de parte da corte, as manobras regimentais do dirigente obstruem, sim, as investigações:

“Uma pessoa que usa o cargo para impedir sua cassação o faz para manter o foro privilegiado. Assim, pode escolher o tribunal que o julga, o juiz que o julga e ter direito a regime jurídico especial, como só ser preso em caso de flagrante”, teria dito um interessado na saída.

Essa análise foi aplicada no caso do banqueiro André Esteves, que teve sua prisão preventiva decretada para não prejudicar a apuração da Lava Jato.

Uma outra ala da corte, porém, ainda não vê argumento jurídico para tal por se tratar de “questão interna, disciplinar” da Câmara. “Isso aqui não é a casa da suplicação geral”, diz um ministro contrário à ideia de interferir no processo da Câmara. Dizem que seria preciso uma instituição de peso como patrocinador do pedido de afastamento

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