Centrão quer fundo eleitoral maior para 2020

O governo enfrenta mais uma crise, agora com o fundo eleitoral. A previsão do valor havia sido corrigida e caído para R$ 1,86 bilhão - redução de 27% em relação aos R$ 2,5 bilhões da proposta enviada ao Congresso anteriormente. Mas o Centrão, liderado por Paulinho da Força, se rebelou e quer mais dinheiro para a campanha eleitoral de 2020.

Paulinho da Força: centrão discute reforma desidratada que não reeleja Bolsonaro
Paulinho da Força: centrão discute reforma desidratada que não reeleja Bolsonaro (Foto: Leonardo Prado - Agência Câmara)

247 - O governo enfrenta mais uma crise, agora com o fundo eleitoral. A previsão do valor havia sido corrigida e caído para R$ 1,86 bilhão - redução de 27% em relação aos R$ 2,5 bilhões da proposta enviada ao Congresso anteriormente. Mas o Centrão se rebelou e quer mais dinheiro para a campanha eleitoral de 2020. 

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que: "a proposta foi articulada pelo deputado Paulinho da Força (SP), presidente do Solidariedade. O parlamentar propôs mudança na regra que define o fundo eleitoral, composto por um porcentual das emendas de bancadas estaduais, além de compensação fiscal de propaganda partidária na TV e rádios."

A matéria ainda acrescenta que "uma manobra para construir um “plano B” e aumentar o valor destinado a campanhas eleitorais já havia sido discutida antes pelos parlamentares, sem avanços. Durante a negociação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), o deputado Cacá Leão (PP-BA) chegou a anunciar a retirada de um projeto de aumento do fundo, que poderia chegar a R$ 3,7 bilhões. O recuo foi motivado pela reação das redes sociais e também por críticas do presidente Jair Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)."

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