PGR quer 'urgência' em julgamento sobre delações da J&F

A PGR, chefiada por Raquel Dodge, pediu ao STF para marcar com "urgência" o julgamento sobre a validade das delações premiadas de executivos e ex-executivos do grupo J&F. Alegando omissão de informações, a PGR pediu há cerca de dois anos a revovação dos acordos de delação de Joesley, Wesley Batista, Francisco de Assis e Ricardo Saud

Brasília - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, concede entrevista após reunião com os ministros Raul Jungmann, Torquato Jardim e Sérgio Etchegoyen sobre a segurança no Rio (Wilson Dias/Agência Brasil).
Brasília - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, concede entrevista após reunião com os ministros Raul Jungmann, Torquato Jardim e Sérgio Etchegoyen sobre a segurança no Rio (Wilson Dias/Agência Brasil). (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

247 - A Procuradoria Geral da República (PGR), chefiada por Raquel Dodge, pediu nesta segunda-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para marcar com "urgência" o julgamento sobre a validade das delações premiadas de executivos e ex-executivos do grupo J&F. O presidente do STF, Dias Toffoli, mercará a data. O relator, Edson Fachin, liberou o caso para julgamento em março. 

Alegando omissão de informações, a PGR pediu há cerca de dois anos a revovação dos acordos de delação de Joesley, Wesley Batista, Francisco de Assis e Ricardo Saud.

Na ocasião, o então procurador-geral Rodrigo Janot entendeu que eles omitiram que o ex-procurador Marcelo Miller orientou o acordo enquanto atuava no Ministério Público. Todos negaram a irregularidade. Cabe ao STF decidir sobre a rescisão.

"A procuradora-geral da República requer que submeta a questão a julgamento com urgência", afirmou a PGR ao Supremo.

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