Polícia identifica mais de 100 concurseiros que fraudaram seleções

Por meio da Operação Panoptes, deflagrada a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) identificou mais de 100 pessoas que teriam fraudado concursos públicos do Distrito Federal; o número pode aumentar ao decorrer das investigações; a Deco encontrou indícios de fraude aos certames da Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap), da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros; a seleção da Câmara Legislativa, prevista para dezembro deste ano, também estava na mira da organização; valores pagos para aprovação em concurso poderia chegar até R$ 200 mil

Por meio da Operação Panoptes, deflagrada a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) identificou mais de 100 pessoas que teriam fraudado concursos públicos do Distrito Federal; o número pode aumentar ao decorrer das investigações; a Deco encontrou indícios de fraude aos certames da Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap), da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros; a seleção da Câmara Legislativa, prevista para dezembro deste ano, também estava na mira da organização; valores pagos para aprovação em concurso poderia chegar até R$ 200 mil
Por meio da Operação Panoptes, deflagrada a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) identificou mais de 100 pessoas que teriam fraudado concursos públicos do Distrito Federal; o número pode aumentar ao decorrer das investigações; a Deco encontrou indícios de fraude aos certames da Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap), da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros; a seleção da Câmara Legislativa, prevista para dezembro deste ano, também estava na mira da organização; valores pagos para aprovação em concurso poderia chegar até R$ 200 mil (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - Por meio da Operação Panoptes, deflagrada na manhã desta segunda-feira (21), a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) identificou mais de 100 pessoas que teriam fraudado concursos públicos do Distrito Federal. O número pode aumentar ao decorrer das investigações. A Deco encontrou indícios de fraude aos certames da Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap), da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros. A seleção da Câmara Legislativa, prevista para dezembro deste ano, também estava na mira da organização.

Para serem aprovados nos concursos, os concorrentes pagavam de R$ 5 a R$ 20 mil. Se o nome constasse entre as primeiras colocações na divulgação do resultado, os aprovados desembolsavam até 20 vezes mais para concretizar o negócio. Como consequência, o pagamento poderia chegar até R$ 200 mil.

Os concurseiros não foram intimados a depor, mas, depois de prestação de esclarecimentos, podem ser enquadrados no crime de fraude em certames de interesse público. A pena pode chegar a seis anos e devem perder o cargo na administração pública.

 

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