Polícia ocupa Câmara e ameaça parar no DF contra a reforma da Previdência

O caos do Espírito Santo, onde a população está presa em casa, com a greve dos policiais civis e militares, pode chegar agora ao Distrito Federal; nesta noite, policiais civis ocuparam a Câmara dos Deputados contra a reforma da Previdência; em meio ao caos na segurança pública, o Brasil não tem ministro da Justiça, uma vez que o atual, Alexandre de Moraes, se dedica a cabalar votos para se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal, onde chega com a missão de estancar a sangria da Lava Jato, protegendo políticos delatados pela Odebrecht, como Michel Temer, seus ministros e vários parlamentares; (vídeo Mídia Ninja)

www.brasil247.com - Brasília - Policiais protestam em frente ao Congresso Nacional contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 287/16) da Reforma da Previdência (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Brasília - Policiais protestam em frente ao Congresso Nacional contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 287/16) da Reforma da Previdência (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Attuch)


Brasília 247 – O caos do Espírito Santo, onde a população está presa em casa, com a greve dos policiais civis e militares, pode chegar agora ao Distrito Federal.
 
Nesta noite, policiais civis ocuparam a Câmara dos Deputados contra a reforma da Previdência.
 
Em meio ao caos na segurança pública, o Brasil não tem ministro da Justiça, uma vez que o atual, Alexandre de Moraes, se dedica a cabalar votos para se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal, onde chega com a missão de estancar a sangria da Lava Jato, protegendo políticos delatados pela Odebrecht, como Michel Temer, seus ministros e vários parlamentares.
 
Abaixo, reportagem anterior da Agência Brasil sobre o protesto dos policiais:
 
Débora Brito - Repórter da Agência Brasil

Centenas de policiais protestam em frente ao Congresso Nacional contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 287/16) da Reforma da Previdência. A categoria alega que pela proposta, que tramita no Congresso Nacional, o risco da atividade dos profissionais de segurança não seria mais reconhecido como critério de concessão da aposentadoria.

Depois de cantar o hino nacional brasileiro, os manifestantes, vestidos de preto, ocuparam aos poucos o gramado, onde também instalaram cruzes em referência a cemitérios. A manifestação é organizada pela União dos Policiais do Brasil, que pretende chamar a atenção das autoridades para o risco de ter policiais “envelhecidos” nas ruas. Pela PEC, o policial terá que trabalhar até 70 anos de idade aproximadamente para cumprir o tempo de contribuição de 49 anos, exigido pelas novas regras.

O protesto ocorre simultaneamente nos estados de Alagoas, Pará, Acre e Sergipe e marca o “Dia Nacional em Defesa da Aposentadoria dos Profissionais de Segurança Pública”.

A Secretaria de Segurança Pública do DF estima que cerca de mil policiais ocupam a Esplanada dos Ministérios neste momento.

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