Políticos defendem urna eletrônica após ataque de Bolsonaro

O sistema foi defendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB)

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - Após declaração de Jair Bolsonaro alegando, sem provas, supostas fraudes em urnas eletrônica, políticos foram a público defender o voto eletrônico, neste domingo, 29. O sistema foi defendido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

"Não pode misturar o voto impresso com o ocorrido no primeiro turno (atraso na contagem), essa mistura acaba gerando uma insegurança num sistema que é muito seguro", disse Maia. "Eu sempre fui defensor de uma amostragem do voto impresso, mas tratar desse assunto agora é colocar em xeque um sistema que vem dando certo, que é muito seguro, não deveria estar na pauta agora."

“Não há nada que indique a urna eletrônica seja vulnerável. É um sistema seguro, que já foi comprovado, fiscalizado, checado e auditado”, disse Doria.

"O voto eletrônico elegeu FHC, Lula, Dilma e Bolsonaro. Não dá para colocar em dúvida um sistema que elegeu pessoas e partidos tão diferentes. Confio na Justiça Eleitoral", disse o Bruno Covas.

A urna eletrônica também foi atacada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), que disse em publicação no Twitter:

“Não se engane com fake news de pessoas que não desejam uma eleição mais transparente. Com o voto impresso não se leva nenhum comprovante para casa mostrando em quem você votou, ainda há como se auditar a eleição e apuração segue rápida”.

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