Presídio na Papuda será o 1° com ala para extradição

O presídio federal em construção no Complexo da Papuda, em Brasília, terá 26 celas apenas para este grupo; segundo previsões oficiais, as obras serão concluídas em setembro; um dos extraditados mais famosos é o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do 'mensalão'; ele foi transferido da Itália para cumprir pena na capital federal, onde continua preso

O presídio federal em construção no Complexo da Papuda, em Brasília, terá 26 celas apenas para este grupo; segundo previsões oficiais, as obras serão concluídas em setembro; um dos extraditados mais famosos é o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do 'mensalão'; ele foi transferido da Itália para cumprir pena na capital federal, onde continua preso
O presídio federal em construção no Complexo da Papuda, em Brasília, terá 26 celas apenas para este grupo; segundo previsões oficiais, as obras serão concluídas em setembro; um dos extraditados mais famosos é o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do 'mensalão'; ele foi transferido da Itália para cumprir pena na capital federal, onde continua preso (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247- O presídio federal em construção no Complexo da Papuda, em Brasília, será o primeiro do País a ter uma ala especial para extraditados e extraditáveis. Ao todo, serão 26 celas apenas para este grupo. Segundo previsões oficiais, as obras serão concluídas em setembro. O dirigente afirmou que presos de facções criminosas detidos em outros estados devem ser transferidos para a Papuda, mas descartou o risco de que estas facções criminosas se consolidem em Brasília, porque os apenados ficarão isolados e transferidos periodicamente entre as cinco penitenciárias federais que estarão em funcionamento.

De acordo com o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Marco Antonio Severo, todo o presídio federal poderá abrigar 208 detidos. A obra custou R$ 40 milhões e está atrasada em nove meses porque por causa da falência da empresa que estava à frente da construção.

Conforme tratados internacionais, o Brasil deve manter penitenciárias com o mesmo padrão de qualidade dos países dos presos estrangeiros, à disposição da Interpol. O País mantém acordos de extradição com o Mercosul e mais 33 países.

Um dos extraditados mais famosos é o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do 'mensalão'. Ele foi transferido da Itália para cumprir pena na capital federal, onde continua preso.

 

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