Reale Jr. diz que golpe foi mascarar situação fiscal do país

Jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores da denúncia contra a presidenta Dilma Rousseff, abriu a sessão que discute o processo de impeachment rebatendo os gritos de guerra de manifestantes favoráveis à manutenção do governo Dilma Rousseff; "Golpe sim houve quando se sonegou a revelação de que o país estava quebrado, quando se mascarou a situação fiscal do país e continuaram a fazer imensos gastos públicos e tiveram que se valer de empréstimos de entidades brasileiras", afirmou.

Jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores da denúncia contra a presidenta Dilma Rousseff, abriu a sessão que discute o processo de impeachment rebatendo os gritos de guerra de manifestantes favoráveis à manutenção do governo Dilma Rousseff; "Golpe sim houve quando se sonegou a revelação de que o país estava quebrado, quando se mascarou a situação fiscal do país e continuaram a fazer imensos gastos públicos e tiveram que se valer de empréstimos de entidades brasileiras", afirmou.
Jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores da denúncia contra a presidenta Dilma Rousseff, abriu a sessão que discute o processo de impeachment rebatendo os gritos de guerra de manifestantes favoráveis à manutenção do governo Dilma Rousseff; "Golpe sim houve quando se sonegou a revelação de que o país estava quebrado, quando se mascarou a situação fiscal do país e continuaram a fazer imensos gastos públicos e tiveram que se valer de empréstimos de entidades brasileiras", afirmou. (Foto: Paulo Emílio)
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Carolina Gonçalves e Karine Melo, repórteres da Agência Brasil - O jurista Miguel Reale Júnior começou seus 25 minutos de fala no plenário da Câmara rebatendo os gritos de guerra de manifestantes favoráveis à manutenção do governo Dilma Rousseff. Ele abriu discurso na sessão que discute o processo de impeachment da presidenta pouco depois das 9h.

"Golpe sim houve quando se sonegou a revelação de que o país estava quebrado, quando se mascarou a situação fiscal do país e continuaram a fazer imensos gastos públicos e tiveram que se valer de empréstimos de entidades brasileiras", afirmou.

Um minuto antes das 8h55, horário marcado para iniciar a sessão de debate sobre o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) que pede a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já estava posicionado na mesa do plenário. As discussões foram abertas pontualmente, com a ajuda de um grupo de parlamentares favoráveis ao impedimento da petista que fizeram uma contagem regressiva. Ao todo, 173 dos 513 deputados estavam presentes na abertura da sessão.

A exposição do jurista Miguel Reale Junior, um dos autores da denúncia contra a presidenta, é a primeira fala no plenário, por 25 minutos. O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fará a defesa de Dilma, em seguida, pelo mesmo tempo, ambos improrrogáveis. Os partidos terão uma hora para se manifestar logo depois de acompanhar a defesa e a ordem de discurso será da maior para menor bancada. São 25 partidos que podem indicar até cinco parlamentares para dividir este tempo.

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