Refém do fisiologismo, Temer não cumprirá meta de redução de ministérios

Vice-presidente prometia reduzir o número de pastas de 32 para 20, mas a conta já está em 26 e pode aumentar; o motivo é a pressão dos partidos aliados, que votaram pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff no último dia 17 de abril

Vice-presidente prometia reduzir o número de pastas de 32 para 20, mas a conta já está em 26 e pode aumentar; o motivo é a pressão dos partidos aliados, que votaram pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff no último dia 17 de abril
Vice-presidente prometia reduzir o número de pastas de 32 para 20, mas a conta já está em 26 e pode aumentar; o motivo é a pressão dos partidos aliados, que votaram pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff no último dia 17 de abril (Foto: Leonardo Attuch)
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Brasília 247 – O vice-presidente Michel Temer, que prometia enxugar a máquina administrativa reduzindo o número de ministérios de 32 para 20, não conseguirá cumprir a meta.

O motivo é a pressão dos partidos aliados, que votaram a favor da deposição da presidente Dilma Rousseff e pretendem ocupar espaços na Esplanada.

Hoje, a conta de Temer está em 26 ministérios e ainda pode aumentar. Isso porque ele terá que acomodar PP, PR, PSD e PRB, que já eram da base da presidente Dilma Rousseff, assim como novos aliados, como PSDB, DEM e PPS.

Enquanto o PP tenta emplacar na Saúde, com Ricardo Barros (PP-PR), o DEM quer a Educação, com Mendonça Filho, o PPS disputa a Cultura, com Roberto Freire.

 

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