Rodoviários cruzam os braços no DF

Rodoviários de quatro das seis empresas de ônibus que circulam no Distrito Federal estão paralisados em consequência do atraso no pagamento; a categoria já havia interrompido os serviços no sábado (20) para cobrar o adiantamento de 40% do salário que, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, deveria ter sido pago naquele dia; "Nenhum ônibus vai rodar até que seja efetuado o pagamento", informou o sindicato; as viações dizem que a dívida do GDF alcança R$ 200 milhões, o que implica na dificuldade para honrar a folha salarial

Rodoviários de quatro das seis empresas de ônibus que circulam no Distrito Federal estão paralisados em consequência do atraso no pagamento; a categoria já havia interrompido os serviços no sábado (20) para cobrar o adiantamento de 40% do salário que, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, deveria ter sido pago naquele dia; "Nenhum ônibus vai rodar até que seja efetuado o pagamento", informou o sindicato; as viações dizem que a dívida do GDF alcança R$ 200 milhões, o que implica na dificuldade para honrar a folha salarial
Rodoviários de quatro das seis empresas de ônibus que circulam no Distrito Federal estão paralisados em consequência do atraso no pagamento; a categoria já havia interrompido os serviços no sábado (20) para cobrar o adiantamento de 40% do salário que, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, deveria ter sido pago naquele dia; "Nenhum ônibus vai rodar até que seja efetuado o pagamento", informou o sindicato; as viações dizem que a dívida do GDF alcança R$ 200 milhões, o que implica na dificuldade para honrar a folha salarial (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Rodoviários de quatro das seis empresas de ônibus que circulam no Distrito Federal estão paralisados nesta quarta-feira (24) em consequência do atraso no pagamento. A categoria já havia interrompido os serviços no sábado (20) para cobrar o adiantamento de 40% do salário que, de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, deveria ter sido pago naquele dia. "Nenhum ônibus vai rodar até que seja efetuado o pagamento", informou o sindicato. As viações dizem que a dívida do GDF alcança R$ 200 milhões e, por isso, há dificuldade para honrar a folha salarial.

As empresas que não saíram das garagens são Marechal, Urbi, Pioneira e São José. Piracicabana e TCB continuam funcionando normalmente. De acordo com o vice-presidente do sindicato, João Jesus de Oliveira, o transporte volta a funcionar somente após o depósito. "Assim, que o pagamento for efetuado, os ônibus vão voltar a funcionar imediatamente".

A assessoria das companhias de ônibus informou ao G1 que "até o final do horário bancário [16h], todos os pagamentos terão sido feitos".

Em nota, a Secretaria de Mobilidade afirmou que o governo "tem cumprido o cronograma de pagamento", definido no ano passado.

 

 

 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247