Sem salário, vigilantes entram em greve no DF

Os vigilantes que prestam serviços pela empresas Confederal, Brasília Segurança e Ipanema para as secretarias de Saúde e de Educação em Brasília estão parados desde 7 horas desta quinta-feira, em protesto contra o não pagamento do salário de outubro, que deveria ter sido quitado até o 5º dia útil de novembro; hospitais, postos de saúde e escolas para os quais estas empresas prestam serviço estão sem vigilantes

Os vigilantes que prestam serviços pela empresas Confederal, Brasília Segurança e Ipanema para as secretarias de Saúde e de Educação em Brasília estão parados desde 7 horas desta quinta-feira, em protesto contra o não pagamento do salário de outubro, que deveria ter sido quitado até o 5º dia útil de novembro; hospitais, postos de saúde e escolas para os quais estas empresas prestam serviço estão sem vigilantes
Os vigilantes que prestam serviços pela empresas Confederal, Brasília Segurança e Ipanema para as secretarias de Saúde e de Educação em Brasília estão parados desde 7 horas desta quinta-feira, em protesto contra o não pagamento do salário de outubro, que deveria ter sido quitado até o 5º dia útil de novembro; hospitais, postos de saúde e escolas para os quais estas empresas prestam serviço estão sem vigilantes (Foto: Gisele Federicce)

Brasília 247 - Os vigilantes que prestam serviços pela empresas Confederal, Brasília Segurança e Ipanema para as secretarias de Saúde e de Educação em Brasília estão parados desde 7 horas desta quinta-feira 10.

O motivo da greve é o não pagamento dos salários de outubro, que deveriam ter sido quitados até a segunda-feira 7. Hospitais, postos de saúde e escolas para os quais estas empresas prestam serviço estão sem vigilantes.

"É lamentável que todos os meses os vigilantes tenham que entrar em greve para receber salário", protesta o deputado Chico Vigilante (PT-DF), que acompanha os desdobramentos do movimento.

A categoria já havia entrado em greve no Distrito Federal há menos de um mês, pelo mesmo motivo. "Nós vamos ficar sem trabalhar até saírem todos os pagamentos", afirmou o diretor do Sindicato dos Vigilantes (Sindesv), Gilmar Rodrigues.

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