Sem votos, Bolsonaro deixa indicação de Eduardo à embaixada para depois da Previdência

A demora para a oficialização do nome do filho, prometida inicialmente para a volta do recesso legislativo, em agosto, estimulou um burburinho nos corredores do Senado de que Bolsonaro havia desistido da escolha diante da resistência pública de alguns senadores

(Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
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247 - Prometida inicialmente para agosto, a indicação de Jair Bolsonaro do seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos só deverá ocorrer depois da votação da reforma da Previdência pelo Senado em segundo turno. 

A demora para a oficialização do nome do filho, prometida inicialmente para a volta do recesso legislativo, em agosto, estimulou um burburinho nos corredores do Senado de que Bolsonaro havia desistido da escolha diante da resistência pública de alguns senadores.

Eduardo Bolsonaro continuou sua peregrinação por votos nas últimas semanas. Ele tem visitado gabinetes de senadores desde agosto, preferencialmente os dos que compõem a CRE. Nos últimos dias, o deputado tem procurado também parlamentares resistentes à sua indicação para embaixador.

A indicação tem sido usada como moeda de troca por alguns senadores para pressionar o Planalto pelo atendimento de suas demandas. No Planalto, interlocutores de Bolsonaro alegam que a planilha de contagem de votos já esteve melhor.

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