Servidores da Câmara protestam contra reforma da Previdência

Grupo de servidores da Câmara fez um protesto nesta terça-feira 25 contra a Reforma da Previdência do governo Temer, passando pelos corredores do prédio da Casa aos gritos de "não à reforma, a previdência é nossa" (confira no vídeo), passando na porta da comissão especial que debate nesta tarde o relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)

Grupo de servidores da Câmara fez um protesto nesta terça-feira 25 contra a Reforma da Previdência do governo Temer, passando pelos corredores do prédio da Casa aos gritos de "não à reforma, a previdência é nossa" (confira no vídeo), passando na porta da comissão especial que debate nesta tarde o relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Grupo de servidores da Câmara fez um protesto nesta terça-feira 25 contra a Reforma da Previdência do governo Temer, passando pelos corredores do prédio da Casa aos gritos de "não à reforma, a previdência é nossa" (confira no vídeo), passando na porta da comissão especial que debate nesta tarde o relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) (Foto: Gisele Federicce)

Brasília 247 - Um grupo de trabalhadores e servidores da Câmara fez um protesto nesta terça-feira 25 contra a Reforma da Previdência do governo Temer, passando pelos corredores do prédio da Casa aos gritos de "não à reforma" (confira no vídeo acima).

Os manifestantes também passaram em frente à porta da Comissão Especial da Câmara que debate nesta tarde o relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Confira reportagem da Agência Câmara:

Comissão especial inicia debate do relatório sobre a reforma da Previdência

Começou há pouco a reunião da comissão especial da reforma da Previdência (PEC 287/16). Os integrantes do colegiado vão debater o relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

A reunião teve início com forte protesto, do lado de fora do plenário onde ocorre o debate, de servidores públicos que entraram antes de 2003 e que querem garantir a paridade e a integralidade da aposentadoria com alguma regra de transição para cumprir novas idades mínimas.

O relatório de Maia garante estes direitos apenas para mulheres que completarem 62 anos e homens que completarem 65 anos.

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