Servidores do INSS ocupam ministério contra reforma da Previdência

Em protesto contra a reforma da Previdência, servidores do INSS ocuparam a sede do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário, em Brasília; segundo os manifestantes, a proposta prevê o "desmonte progressivo dos serviços previdenciários de reabilitação profissional e serviço social"; a Polícia Militar informou que o protesto reuniu cerca de 100 pessoas, sendo 40 dentro do prédio

Em protesto contra a reforma da Previdência, servidores do INSS ocuparam a sede do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário, em Brasília; segundo os manifestantes, a proposta prevê o "desmonte progressivo dos serviços previdenciários de reabilitação profissional e serviço social"; a Polícia Militar informou que o protesto reuniu cerca de 100 pessoas, sendo 40 dentro do prédio
Em protesto contra a reforma da Previdência, servidores do INSS ocuparam a sede do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário, em Brasília; segundo os manifestantes, a proposta prevê o "desmonte progressivo dos serviços previdenciários de reabilitação profissional e serviço social"; a Polícia Militar informou que o protesto reuniu cerca de 100 pessoas, sendo 40 dentro do prédio (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - Em protesto contra a reforma da Previdência, servidores do INSS ocuparam na manhã desta segunda-feira (8) a sede do Ministério de Desenvolvimento Social e Agrário, em Brasília. Segundo os manifestantes, a proposta prevê o "desmonte progressivo dos serviços previdenciários de reabilitação profissional e serviço social".

A Polícia Militar informou que o protesto reuniu cerca de 100 pessoas, sendo 40 dentro do prédio. "Estamos aqui porque todas as chefias do serviço social foram exoneradas. É o fim do serviço social no INSS", afirmou um técnico do INSS que não quis se identificar. Relato é do G1. 

A proposta de reforma da Previdência aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Depois o governo recuou, e passou a propor a idade mínima de 62 anos para mulheres. Segundo o governo, o trabalhador terá de contribuir durante 40 anos para ter acesso à aposentadoria integral, e não mais 49, como estava previsto inicialmente.

 

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