Sindicatos preparam ofensiva contra Rollemberg

A menos  de 10 meses para o fim da gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), sindicatos preparam ofensiva para cobrar reajustes prometidos desde o início do governo. Assistentes sociais, policiais civis, agentes socioeducativos e funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) já anunciaram que vão cruzar os braços nos próximos dias. Nesta terça-feira (20/2), servidores do Detran-DF votam indicativo de greve

Brasília - O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, fala à imprensa, após encontro com o presidente interino, Michel Temer (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, fala à imprensa, após encontro com o presidente interino, Michel Temer (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Charles Nisz)

Brasília 247 - A menos  de 10 meses para o fim da gestão do governador  Rodrigo Rollemberg (PSB), sindicatos preparam ofensiva para cobrar reajustes e benefícios prometidos desde o início do governo. Assistentes sociais, policiais civis, agentes socioeducativos e funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) já anunciaram que vão cruzar os braços nos próximos dias. Nesta terça-feira (20/2), servidores do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) votam indicativo de greve.

De acordo com Patrícia Donato, presidente do Sindicato  do Detran-DF, nenhum dos compromissos assumidos pelo Executivo local no acordo que encerrou a greve de novembro de 2015 foi cumprido. “Nem mesmo os que não precisavam de orçamento”, criticou ela. Assembleia dos policiais civis também indicou paralisação da categoria.

Já o Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural (Sindsasc) anunciou o início da greve para a próxima segunda-feira (26). A categoria cobra o pagamento da terceira parcela do reajuste concedido na gestão Agnelo Queiroz (PT) e a realização de concurso para a contratação de novos servidores. Outra categoria insatisfeita é a dos professores. A assembleia da categoria está marcada para 8 de março.

Em nota, o GDF informou que “não é possível arcar com novos reajustes sem uma nova fonte contínua de receitas”. Sobre o diálogo com as categorias disse que “conta com 32 mesas permanentes de negociação, que mantêm encontros periódicos com diversos sindicatos, sob condução da Subsecretaria de Relações do Trabalho e do Terceiro Setor da Casa Civil”.

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