STF ordena quebra do sigilo de Waldir Maranhão

Ministro do STF Marco Aurélio Mello determinou a quebra do sigilo bancário do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), por "fortes indícios" de envolvimento em fraudes com institutos de previdência de servidores públicos; segundo a PGR, há suspeitas de que Maranhão, "mediante recebimento de vantagem indevida, teria atuado em diversas prefeituras em favor de esquema fraudulento de investimento nos regimes de Previdência" de prefeituras

Ministro do STF Marco Aurélio Mello determinou a quebra do sigilo bancário do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), por "fortes indícios" de envolvimento em fraudes com institutos de previdência de servidores públicos; segundo a PGR, há suspeitas de que Maranhão, "mediante recebimento de vantagem indevida, teria atuado em diversas prefeituras em favor de esquema fraudulento de investimento nos regimes de Previdência" de prefeituras
Ministro do STF Marco Aurélio Mello determinou a quebra do sigilo bancário do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), por "fortes indícios" de envolvimento em fraudes com institutos de previdência de servidores públicos; segundo a PGR, há suspeitas de que Maranhão, "mediante recebimento de vantagem indevida, teria atuado em diversas prefeituras em favor de esquema fraudulento de investimento nos regimes de Previdência" de prefeituras (Foto: Roberta Namour)

247 - O ministro do STF Marco Aurélio Mello determinou a quebra do sigilo bancário do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), por "fortes indícios" de envolvimento em fraudes com institutos de previdência de servidores públicos.

Segundo a PGR, há suspeitas de que Maranhão, "mediante recebimento de vantagem indevida, teria atuado em diversas prefeituras em favor de esquema fraudulento de investimento nos regimes de Previdência" de prefeituras.

A investigação tem como base declarações de um colaborador em delação premiada que tramita em segredo no STF e é um desdobramento da Operação Miqueias, deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2013.

A PF detectou uma rede de empresas de fachada usadas para lavagem de dinheiro que estariam sob controle de um dos principais doleiros de Brasília, Fayed Antoine Traboulsi.

O advogado de Waldir Maranhão, Michel Saliba, afirmou à “Folha de S. Paulo”, que a quebra de sigilo bancário de seu cliente é "absolutamente normal dentro de um procedimento investigatório" e que o parlamentar está à disposição para prestar esclarecimentos (leia aqui).

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