Temer contrata mais servidores do que pretende desligar com PDV

O governo Michel Temer tem sido caracterizado por envolvimento em supostos crimes e imensas contradições entre o prometido e o que tem sido efetivamente entregue; em um caso concreto, por exemplo, foi ter anunciado um PDV para reduzir os gastos com a máquina pública e o que se sabe agora é que o governo federal contratou 7.089 servidores a mais do que desligou entre o final de janeiro e o final de julho deste ano

O governo Michel Temer tem sido caracterizado por envolvimento em supostos crimes e imensas contradições entre o prometido e o que tem sido efetivamente entregue; em um caso concreto, por exemplo, foi ter anunciado um PDV para reduzir os gastos com a máquina pública e o que se sabe agora é que o governo federal contratou 7.089 servidores a mais do que desligou entre o final de janeiro e o final de julho deste ano
O governo Michel Temer tem sido caracterizado por envolvimento em supostos crimes e imensas contradições entre o prometido e o que tem sido efetivamente entregue; em um caso concreto, por exemplo, foi ter anunciado um PDV para reduzir os gastos com a máquina pública e o que se sabe agora é que o governo federal contratou 7.089 servidores a mais do que desligou entre o final de janeiro e o final de julho deste ano (Foto: Voney Malta)

Brasília 247 – Contradição é uma das marcas históricas do governo Michel Temer. Primeiro prometia que a sua ascensão ao poder tiraria o País da crise econômica. Mas o que ocorreu foi exatamente o contrário. Agora, embora tenha anunciado um programa de Desligamento Voluntário (PDV) com o objetivo de redução dos gastos da máquina pública, o que se sabe é que mais servidores foram contratados.

A expectativa de adesão ao PDV era de cerca de 5 mil servidores. No entanto, segundo dados do Ministério do Planejamento, o governo Michel Temer contratou 7.089 servidores a mais do que desligou entre o final de janeiro e o final de julho deste ano.

Porém, o Ministério do Planejamento afirma que não há incoerência em relação ao ajuste fiscal do governo, segundo reportagem de Alexandro Martello, do G1 (leia aqui na íntegra).

 

 

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