Temer vai usar derrota na Câmara para cobrar PSB e PPS

O Planalto vai usar a reprovação do regime de urgência para a votação da reforma trabalhista na Câmara para cobrar fidelidade de ao menos dois partidos que atuam de maneira dúbia, o PSB e o PPS; o líder do PPS, sigla que tem dois ministérios, votou contra e liberou a bancada; Temer não deu tom de crise à derrota, mas vai usá-la como antídoto para novas traições, de olho nas mudanças na Previdência

Plenário da Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Giuliana Miranda)

Brasília 247 - O governo vai usar a reprovação do pedido de urgência para a votação da reforma trabalhista na Câmara para cobrar fidelidade de ao menos dois partidos que atuam de maneira dúbia, o PSB e o PPS. O líder do PPS, sigla que tem dois ministérios, votou contra e liberou a bancada.

No PSB, 19 dos 31 deputados presentes sabotaram o requerimento. Michel Temer não deu tom de crise à derrota, mas vai usá-la como antídoto para novas traições, de olho nas mudanças na Previdência.

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.

"As legendas serão questionadas sobre sua representação no governo. O PSB, por exemplo, tem o Ministério de Minas e Energia. 'Nunca ocupou espaço semelhante nos governos Lula e Dilma. Se o partido não está feliz, a bancada de Minas vive cobrando uma pasta', diz um auxiliar de Temer.

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